A que queria um peão de obra


Quando chegou em casa, um prédio antigo de três andares, sem elevador, naquela sexta-feira à noite, estava suado, depois de um dia quase inteiro na rua, em meio ao calor intenso, e louco por um banho. No térreo, deparou-se com a nova vizinha, parada com ar aflito em frente à porta aberta do seu apartamento. Estava vestida para sair e ele teve tempo de reparar na saia justa que revelava pernas muito brancas e torneadas antes que ela falasse.
– Boa noite, pode me ajudar?
– Algum problema? – perguntou ele de volta, ainda pensando no banho.
Ela ficou tímida – É a torneira da cozinha…
Ele coçou a cabeça. – Tá, deixa eu ver.
A torneira era tão velha quanto o prédio e estava vazando muito. Íamos ficar sem água sem demora.
– O porteiro já foi e o cara que chamei só pode vir amanhã – disse ela. Enquanto ele resmugava baixinho, notou que ela tinha bebido. A garrafa e o copo ainda estavam na mesa da cozinha. Ela ficou embaraçada. – Vou sair com umas amigas e sempre bebo um pouco antes, pra descontrair. Quer um pouco?
Bebeu enquanto era informado que o registro da cozinha não funcionava. A melhor solução, disse ele, era tirar a torneira e tampar a abertura. Como vivia fazendo consertos no seu apartamento, devia ter algo que servisse. Emborcou o resto do copo e subiu pelas escadas. Quando voltou, viu que ela estava bebendo de novo e falando ao celular.
– Minhas amigas já foram.
– É rápido – disse ele. – Mas vai molhar tudo.
– Tá, depois eu limpo.
Enquanto ia tirando a torneira, percebeu que ela dava uma risadinha, o que foi suficiente para distraí-lo. A torneira escapuliu e o jato de água o atingiu. Atrapalhado, conseguiu aos poucos encaixar e interromper o vazamento.
– Merda – resmungou, vendo-se encharcado.
– Ai, desculpe, acho que te distraí. Peraí, vou pegar uma toalha.
– Não precisa, vou subir pra um banho.
Mas ela insistiu, trouxe uma toalha e secou um pouco seu cabelo enquanto ele sentava-se à mesa da cozinha. Ela se aproximou e ele sentiu os cabelos macios no ombro. Ela estava sentindo seu cheiro? Não fosse o mau humor, até ia rir.
Ela serviu mais bebida e sentou-se também.
– É, esse foi um grande dia. Andei o dia inteiro, to suado, cansado e agora molhado – disse ele, encarando-a com mais interesse.
– Pois é, deu pra sentir. – Ela deu uma risadinha. – Sabe, é por isso que estava rindo. Você parecia um peão de obra. E ainda todo suado…
Os olhos dela brilharam e ele perdeu um pouco o interesse pelo banho.
– É, dona, hoje foi um dia duro lá na obra – falou, num tom de voz gaiato. Ela deu uma gargalhada.
– Dona não, patroa. E com essa vozinha demitia você na hora!
Os dois se encararam novamente e, como se tivessem combinado, beberam o que restava nos copos.
– Sabe, patroa, acho que você é muito gostosa.
Ela empinou o nariz, fingindo indignação. – Mas que liberdades são essas, rapaz? Olha que ponho você pra fora daqui.
Ele levantou-se, tirou a camisa e estendeu a mão.
– Patroa, faz isso não, dei o maior duro o dia inteiro e ainda ajudei aqui. Mereço alguma recompensa…
– Tá, mas só um beijinho – disse enquanto a puxava para si. Abraçados, ela afundou o rosto no peito dele e respirou fundo. – Hum, tá tão suado…
Ele puxou seu rosto para cima e os dois se beijaram, abraçados. Ele sentiu o pau endurecer ainda mais com o gosto da boca macia, enquanto a calcinha dela ficava úmida. Quando se separaram, ele lembrou que precisava ficar no personagem e passou a mão pelos seios dela, por cima da blusa. Beijou seu pescoço enquanto enfiava a mão por baixo e sentia os bicos, apalpando cada um dos seios.
– Tira – disse.
Ela obedeceu, de olhos fechados. Ele apreciou os seios bem brancos, com marcas de biquini, e os bicos rosados, e abaixou-se para passar a língua pelos bicos.
– Morde. – Ele mordeu de leve. – Mais. – Ele chupou e foi dando mordidas mais fortes. Ela gemeu baixinho, depois o afastou e abaixou-se. Abriu o cinto, abaixou o zíper e abaixou a calça. Esfregou a cabeça contra o pau, por cima da cueca, e depois meteu a mão dentro, sem cerimônia.
– Peão pirocudo…
Ele segurou o pau e bateu de leve com ele em seu rosto, enquanto ela virava as maçãs do rosto. Tomou conta dele de novo, com lambidas na cabeça. Depois abocanhou tanto quanto pôde, engasgando, e cuspiu nele. Ele a segurou pela cabeça e fodeu de leve em sua boca, depois mais forte. Puxou-a para cima e, também sem cerimônia, enfiou a mão entre suas pernas, sentindo a buceta por cima da calcinha. Fez com que se apoiasse com as mãos na bancada da cozinha.
– Tesão de patroa… – disse ele, dando-lhe um tapinha na bunda. Ela empinou o traseiro e olhou para trás, sapeca.
Ele abaixou a saia e a calcinha e passou as mãos com gosto pela bunda grande, também muito branca, e pelas coxas grossas. De joelhos, lambeu a buceta por trás e, quanto estava bem molhada, levantou e esfregou o pau nos pelos úmidos. Ela gemia sem parar, abaixando e levantando a cabeça. Estendeu a mão para encaixar o pau, que deslizou buceta adentro.
– Puta que pariu, que buceta gostosa, patroa!
Ele segurou sua bunda e começou a foder, a princípio devagar, depois com mais força.
– Isso, mete!
O pau entrava até o talo.
– Bate, peão, bate…
Mais uns tapas na bunda, que estremecia com as socadas. O ritmo foi ficando frenético, até que ela bateu no meu braço.
– Espera, espera, quero ficar por cima.
Ele tirou e deitou no chão frio. Ela montou em cima dele, primeiro com a buceta sobre sua boca, para que ele a chupasse, depois montada no pau. Ele agarrava os seios, depois segurava em suas ancas com força, forçando a enterrada do pau na buceta. Ela jogou a cabeça para trás e começou a se masturbar enquanto ele a segurava, até que ela gozou, tremendo.
Ainda em frenesi, chegou para frente e ameaçou dar-lhe um tapa na cara. Ele se levantou, quase gozando e segurou seus cabelos, colocando-a na mira da gozada.
– Caralhoooooooo – gritou.
Com a face esporrada, ela se limpou com a camisa. Ficaram os dois no chão da cozinha.
– Seu peão pirocudo – ela disse.
– Patroa tesuda – ele respondeu.

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