A que não queria ser uma putinha


É preciso dizer que tudo começou bem calmo e romântico, com beijos prolongados, olho no olho, carinho. Fomos nos despindo lentamente, e me demorei nos seios em formato de pera, com belas auréolas, enquanto ela acariciava minhas costas. Depois retirei sua saia e beijei sua buceta depilada sobre a calcinha rosa. Percorri a parte interna das coxas – fortes e grossas, como convém a quem tem uma bela bunda – com a língua enquanto ela suspirava e fazia carinhos no meu cabelo. Por fim, falei:
– Quero fazer umas coisas diferentes hoje.
– O que? Pensei que a gente tinha feito de tudo – Ela falava de olhos fechados, passando a mão entre minhas pernas, por sobre a calça.
– Sempre tem alguma coisa… Queria experimentar essa posição, por exemplo.
E me deitei, puxando-a para ficar por cima de mim, com as pernas na minha cabeça. Ela ficou confusa, mas logo percebeu o objetivo e aproximou as coxas da minha boca.
– Não conhecia essa.
– Vamos apresentá-la ao 68!
Ela descansou a cabeça nas minhas pernas. A buceta estava à minha frente, rosada, apertada pelas coxas que afastei.
– Você tem uma buceta linda.
– Ai amor, não fala assim, não gosto de vulgaridade.
– Talvez precise experimentar isso também.
Levantando a cabeça, enfiei a língua na buceta e comecei a explorar, metendo e tirando e lambendo o clítoris. Ela respirou fundo, e depois começou a gemer, contorcendo-se. Tentou pegar meu pau, mas a calça impedia e afastei sua mão. Usei então meus dedos para trabalhar mais e mais na buceta, que começou a ficar sedosa. Segurei então sua bunda arredondada e firme para uma chupada profunda e prolongada no clítoris que a fez gozar com um suspiro profundo e um leve estremecimento. Ela ficou mole e relaxada, enquanto eu saía debaixo dela, e depois de um tempo me olhou com os olhos semicerrados.
– Nossa, to me sentindo como uma princesa.
– Ótimo. Agora quero que seja minha putinha, tá bom?
Ela abriu completamente os olhos enquanto me ficava em pé, próximo ao seu rosto.
– Ajoelha e chupa meu caralho.
Ela fez beicinho, olhou para o outro lado… Mas continuei firme. Enfim, levantou-se.
– Nossa, tava tão bom, você tão romântico… O que foi que te deu? – E, já ajoelhada, ia tirando o cinto e abaixando a calça e a cueca de uma só vez. Em resposta, peguei o pau, já duro, e bati nos dois lados do seu rosto. Emburrada, ela colocou na boca e começou a lamber sem vontade, me olhando descontente. Segurei-a pelo cabelo e forcei a entrada do pau, fazendo-a engasgar.
– Vamos ver se uma foda na boca te anima, gatinha.
Ela até ameaçou morder o pau, mas uma puxada mais forte no cabelo a fez desistir. Ela engasgava e a saliva escorria. Ela cuspiu no pau, espalhou o cuspe com os dedos, respirou fundo e engoliu o pau quase todo. Fodi um pouco, depois ela repetiu a dose, cuspindo e salivando. Por fim, forcei o pau quase todo, sentindo a língua agitada por baixo, até a garganta. Soltei e e ela recuperou o fôlego.
Levantei-a e senti a buceta com a mão. Estava empapada.
– Deita no sofá e levanta as pernas.
Ela ficou com os joelhos dobrados, mas ergui suas pernas e coloquei-as no meu ombro. Depois meti o pau na buceta molhada, de olhos fechados, sentindo a carne macia sendo penetrada. Depois abri suas pernas e me apoiei com os braços, olhando-a nos olhos enquanto ia metendo mais forte. Ela ainda me olhava com raiva, mas de repente os olhos reviraram e ela se retesou. Não era um orgasmo, mas quase.
– Caralho, que buceta gostosa!
Deitei-a numa posição mais confortável e transamos com força. Ela me agarrava e beijava, um misto de beijo e mordida, enquanto eu metia sempre bem fundo. Por fim, ela ficou por cima, arfando. Fiquei quieto. Ela olhou para baixo, para o pau, e começou a foder, erguendo bem a bunda e abaixando até o fundo. Segurei os seios e belisquei os mamilos enquanto ela buscava a posição certa, esfregando-se em mim até que jogou a cabeça para trás e gemeu alto, bem colada em mim. Sentia os tremores suaves da buceta. Ela caiu de lado.
– Ai amor, não aguento… puta que pariu.
– Gozou gostoso?
– Nossa.
– Vira pra cá então que vou comer sua bunda.
Ela fechou os olhos. – Seu tarado…
Lubrifiquei bem seu cuzinho enquanto ela recuperava o fôlego, deitada de lado. Brinquei com os dedos, metendo e tirando. Depois botei o pau e só fui enfiando. Ela estava relaxada e só gemeu quando a cabecinha entrou. Acariciei sua bunda perfeita enquanto ia metendo, depois beijei seu pescoço e a nuca. Ela ronronou.
– Devagar…
– Sua bunda é uma delícia. Adoro comer seu cuzinho.
Ela respirou fundo.
– Tá, come o cuzinho da sua puta, come, seu puto.
Tirei o pau e a coloquei de quatro no sofá, a cabeça no encosto. A bunda sobressaía, carnuda, bem redonda. Meti. Ela gemeu alto. Continuei metendo, devagar mas até o fundo, segurando-a pelas ancas. Ela gemia.
– Fode sua putinha… Não é isso que você quer?
Fodi mais um pouco e depois coloquei-a de barriga para cima. Chupei de novo sua buceta até que ela gozou mais forte, com um gritinho. Antes que se recuperasse, aproximei-me, segurando o pau, e enfiei de leve na sua boca, até gozar – e foi uma bela gozada, com muita porra – e fazê-la engasgar. Ela cuspiu, levantou-se e foi lavar a boca. Ficamos deitados, beijando-nos com calma.
Depois ela me deu um tapa na cara.
– Nunca mais faz isso!
– Claro, querida… Você manda.

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