A que reclamava mas dava III – O reencontro


Depois de muito tempo me evitando, ela finalmente concordou em me encontrar. As coisas não mudam, mas às vezes a gente muda.
– Você tava olhando praquela loira! – ela disse, com o dedo na minha cara, mal entramos no apartamento.
– Olhando nada, esquece. Gostou do restaurante?
Ela me olhou suspeitosamente. – É, era bom mesmo… Você caprichou.
Abracei-a.
– Tá vendo? Faço tudo por você. E você só me maltrata.
Nos beijamos e depois ela riu, aquele riso fácil de quem bebeu demais. Virou de costas para mim e roçou a bunda no pau.
– Faz tudo por ela…
– Que absurdo… Você é toda gostosa, e sabe disso – disse enquanto afastava os cabelos negros e beijava seu pescoço.
– Não adianta me elogiar… Ainda to me decidindo se dou ou não.
– Pode ser que esteja me decidindo se como ou não.
– Você? Nunca. Mas me deixou solta muito tempo, sabe lá se encontrei outro melhor…
O diálogo era lento, enquanto ela se inclinava para empinar a bunda e esfregar em mim. Eu acariciava seus seios.
– Não fica com ciúme?
– Fico com mais tesão. Preciso conquistar você de volta…
Ela se virou e novamente colocou o dedo no meu rosto.
– Não vai ser fácil, não, viu?
Minha resposta foi agarrá-la bruscamente, virá-la de costas e empurrá-la para a frente.
– O que… Seu doido! Não faz isso!
Meio carregando, meio empurrando, levei-a até o quarto. Forcei-a a ficar de quatro na cama e fui tirando as roupas, enquanto ela protestava e ameaçava gritar. Afinal, desnudei a bunda maravilhosa, morena, perfeiramente redonda e dura, com uma marca deliciosa de biquini. O lubrificante estava à mão e lambuzei o dedo para meter no cuzinho, que estava apertado. Enquanto fazia isso, segurava sua cabeça, porque ela se debatia sem parar.
– Não acredito que vai fazer isso comigo, seu filho da puta! Viado! Quer me estuprar, é isso?
O dedo ia trabalhando no cuzinho e ela parou de reclamar para um gemido abafado de prazer. Soltei sua cabeça e aproveitei para matar a saudade da bunda, passando a mão nela lentamente, sentindo toda as curvas e a firmeza da carne morena e macia. Ela tinha razão em valorizar tanto… Mas estava bêbado e impaciente.
– O que você vai fazer comigo? Meter na bunda assim, logo de cara?
Puxei-a para cima com delicadeza. Ela virou o rosto para trás e nos beijamos, devagar a princípio, depois babando um ao outro. Depois sussurrei no seu ouvido:
– É isso mesmo, gostosa.
Botei-a de quatro de novo e acariciei sua buceta. Ela devia estar assustada, porque estava seca. Meti os dedos ao mesmo tempo nela e no cuzinho e ela relaxou um pouco, rebolando um pouco para que pudesse atingir os pontos sensíveis.
– Não acredito que vai fazer isso comigo, seu puto. Chupa ela um pouquinho…
– Relaxa…
Ela descansou a cabeça no travesseiro, os cabelos negros e lisos espalhados, de olhos fechados. Enquanto acariciava a bucetinha, que começava a ficar sedosa, deslizava a mão na bunda e nas costas, sem pressa, e então enfiava um, depois dois dedos lambuzados de lubrificante no cuzinho. Ela começou a gemer baixinho.
– Ai… seu puto…
Inclinei um pouco para apertar os seios e os biquinhos, como sabia que ela gostava. Ela suspirava. Tentou mudar de posição, mas botei a bunda para cima com firmeza.
– Fica assim.
O pau estava bem duro e o encaixei no rego da bunda, indo e voltando, depois batendo de leve na carne morena e firme. Ainda fiz uns carinhos nas suas costas antes de posicionar a cabeça do pau na entrada do cuzinho. Ela olhou para trás, furiosa ainda com o fato de que eu iria saborear o prêmio tão cedo. Comecei a forçar, ela me olhando.
– Aproveita, você me pegou de jeito… Mas vai ser a última vez, vou avisando.
– Jura, meu tesão? – Deixei a cabeça latejante do pau bem encostada, mas sem meter.
– Juro. Dessa vez é pra valer.
– Então essa vez vai ter de ser especial, né?
Forcei. A cabecinha pressionava as pregas do cuzinho. Ela gemia alto, o rosto enfiado no travesseiro. Ela rebolou e a cabecinha entrou e o pau foi penetrando até o meio, enquanto ela dava gritinhos. Eu segurava firme a bunda, controlando o ritmo. Ela tentou deitar, mas novamente não deixei.
– Tá me machucando, porra.
– Conversa, sei que você gosta desse jeito.
Fui enterrando até sentir as bolas encostarem nela. Fechei os olhos, tentando me concentrar. A visão da bunda e da marca do biquini, com o pau apertado, podia me fazer gozar. Me controlei o suficiente para dar dar duas palmadas, uma de cada lado da bunda. Depois fui tirando até quase até o final, depois metendo tudo. Ela estava toda aberta, o cuzinho dilatado recebendo o pau, sempre gemendo. Ergueu a cabeça.
– Filho da puta, como você sabe comer meu cuzinho. To toda aberta pra você…
– Vou socar.
– Soca.
Dei duas socadas que a fizeram gritar novamente, com o rosto enterrado no travesseiro. Depois ela só gemeu enquanto o pau ia até o talo com força. Não deu mais pra segurar e enterrei bem fundo pra gozar.
– Puta merda – gemi enquanto a porra esguichava. Ainda fiquei alguns minutos travado nela, porque o pau parecia não querer amolecer. Ela me olhou. Caí do lado dela e a abracei. Ela me deu um tapa.
– Me arrombou toda, desgraçado, puto… Essa é a última vez, tá entendendo?
– Minha linda, relaxa… Deixa eu descansar um pouco pra gente tomar um banho.
Ela deu uma daqueles gemidos de prazer.
– Aiiiiii, quero um banho bem gostoso!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s