A que deu a bunda como uma espartana


Às vezes é preciso ser criativo… até recorrendo à história, se necessário.
– Não sei se quero dar minha bundinha virgem pra você… Sei que dói. Não insiste!
Dias depois, depois de uma leitura casual:
– Faz de conta que você é uma adolescente espartana.
– Como é?
– As adolescentes de Esparta não podiam dar, é claro, antes de casar… A não ser que fosse por trás. Se não tivesse um garoto disponível.
– Ai que mentira!
Comprovei. Mesmo admirada, não era o fato histórico que a impressionava.
– Então você acha que pareço uma adolescente?
Bem, ela tinha uma jovialidade adolescente, com certeza. Olhos verdes, cabelos castanhos. Tinha belos seios, em formato de pera, com mamilos rosados. As pernas de coxas grossas eram encimadas pelo meu objeto de desejo: uma bunda carnuda, firme, que parecia desdenhar qualquer suplicante pau duro que a desejasse.
– Com esse corpão, você bem podia ter uns dezessete anos…
Ela adorou e mordeu o lábio, pensativa.
– Seria tipo uma fantasia?
– Isso – falei, pensando rápido. – Ponha um lençol, como se fosse uma túnica.
Não escapei de me vestir a caráter.
– Me chamou, senhor? – disse ela, fazendo uma mesura.
– Sim. Preciso que você cumpra seu dever – respondi, na voz mais autoritária possível.
– E qual seria, senhor?
Aproximei-me dela – o lençol, num tom de rosa que deve ter lhe parecido bem adolescente, estava devidamente enrolado de forma a mostrar suas formas. Os cabelos castanhos estavam erguidos num coque. Parei atrás dela e sussurrei em seu ouvido:
– Me satisfazer. – E coloquei a mão direita na curva firme da bunda. Ela respirou fundo.
– É preciso, senhor?
– Sim. – E continuei acariciando-a por cima do lençol. Ela, então, afastou-se, virou para mim e, lentamente, soltou os cabelos. Depois, lentamente, desprendeu o lençol, revelando primeiro os seios e depois o corpo inteiro, cobrindo-se com as mãos. Quando me aproximei dela, olhou-me suplicante:
– Por favor, senhor, não posso ser desonrada, tenho casamento marcado…
– Não se preocupe, minha jovem.
Tirei a minha “túnica” e ela arfou de forma bem teatral ao ver o caralho endurecido. Coloquei as mãos em seus ombros e, gentilmente, fiz com que se ajoelhasse. Ela pegou no pau, com reverência, e começou a chupar com perícia raramente encontrada em adolescentes. Afinal, se me entusiasmasse e gozasse, a brincadeira acabaria ali. Deixei-a brincando enquanto acariciava seus cabelos. O pau ficou cheio de saliva, ela punhetava e cuspia nele antes de passar a língua e colocar só a cabecinha na boca, uma verdadeira agonia.
Então levantei-a e a empurrei contra a parede, segurando suas mãos com uma das mãos e, com a outra, acariciei-a de cima em baixo, as costas, os seios, a bucetinha e, com força, afastei suas coxas, colocando o pau entre elas.
– Espera, amor, assim não.
Puxei seu cabelo. – Fique no personagem.
– Senhor, é minha primeira vez, tenha piedade…
Virei-a de frente e beijei sua boca demoradamente, ainda segurando suas mãos para cima, pressionando contra a parede. Beijei os seios, primeiro os mamilos – passei a língua em torno deles, bem lentamente. Soltei seus braços ao me abaixar, segurei-a pelo traseiro e comecei a chupar a buceta, enfiando a língua e pressionando com ela o clitóris. Ela se contorcia, segurava minha cabeça, guiava para ir mais fundo. Depois de deixá-la com bastante tesão, molhei o dedo e sem aviso o enfiei no cuzinho. Ela ficou rígida na hora.
– Merda… Ai, tava tão bom.
Levantei e virei-a de costas para mim, sem dizer nada. Afastei suas pernas.
– Peraí, assim? Mas como…
Puxei seu cabelo de novo. – Olha a personagem.
Mas ela continuou protestando enquanto a colocava na posição certa para dar a bunda de pé. O cuzinho já tinha sido devidamente lubrificado. Por fim, pressionei-a contra a parede.
– Minha jovem, não resista, é minha vontade. Seu corpo perfeito me excita, seus olhos assustados, seus belos peitos firmes, suas coxas… Sempre quis possuí-la.
– Sempre, senhor?
Enquanto falava, o pau subia e descia em seu rego. Seria ótimo fuder sua buceta por trás, mas também tinha de ficar no personagem. Beijei seu pescoço e acariciei suas costas. Então, me afastei e posicionei o pau, mas ela ficou tensa novamente. Puxei seu cabelo com uma das mãos enquanto introduzia a cabecinha com a outra. Ela começou a gemer, ainda com medo, e gritou quando a cabecinha entrou.
– Ai, porra, amor, que merda você tá fazendo?
Tentou se debater, mas o pau ia entrando. Parei e tirei um pouco, observando e sentindo o pau abrindo caminho no cuzinho apertado. Ela tentava me bater com as mãos, até que larguei seu cabelo e prendi seus braços.
– To metendo devagar porra, relaxa. – Mas ela só sossegou depois de duas palmadas na bunda, ainda gemendo e xingando.
Fui mais fundo, depois tirei um pouco e meti novamente, sempre sem pressa, apesar do caralho latejando. Enfim, cheguei ao fundo, larguei seus braços e abracei-a pelos seios.
– Foi tudo? – disse ela ofegante.
– Todo enterrado. – Bem no seu ouvido. Não dava pra se concentrar em personagem numa hora daquelas.
– Pronto, comeu, agora tira.
– Perdeu, gatinha… Agora essa bundinha é minha.
Fodi bem devagar, enquanto ela gemia e arfava – uiiiiiii, viado, filho da puta, ia dizendo – sempre penetrando até o fundo. Afinal, ela foi relaxando, descansando a cabeça enquanto eu respirava fundo em seu pescoço Virou para mim.
– Vamos deitar, vai.
Ela tentou ficar de lado, mas não deixei: coloquei-a de quatro, a bunda bem levantada, perfeita, com a marca de biquini marcando a pele bronzeada. Lubrifiquei mais o buraquinho, calei seus protestos com mais palmadas e meti. Ela gemeu baixinho e se posicionou melhor, os cabelos espalhados, mordendo o dedo. Vi que estava se masturbando. O cuzinho ainda apertava o caralho. Quando senti mais facilidade, dei uma socada de leve. Ela deu um gritinho.
Puxei-a para cima pelo cabelo, ainda com o caralho todo enterrado. Nos beijamos e ela mordia e erguia as mãos para me bater no rosto. Botei-a de quatro de novo e enterrei o pau de novo, várias vezes, até gozar.
Ela me bateu de novo, mas sem força. Estava relaxada porque tinha gozado, a danada.
– Calma, minha jovem, você cumpriu bem seu dever…

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