A que queria ser amarrada


Ela desfilou para fora do banheiro totalmente nua. Tinha cabelos negros até a cintura, olhos verde-acinzentados e uma boca bem desenhada e petulante. O tom de pele moreno só era interrompido pelas marquinhas de biquíni nos belos seios, ainda que siliconados, com largos mamilos escuros, e logo abaixo uma ligeira barriguinha e o ventre não totalmente depilado. Aliás, tinha pelinhos dourados nas pernas e na bunda, um detalhe que me desagrada um pouco mas que nela caía bem.
Parou e olhou para o pau, que nem precisava das mãos para ficar bem teso. Estava me divertindo em fazê-lo mover-se.
– Você é maravilhosa.
– Hum… Você não é nada mau. E o que você prometeu… É sério?
– Sobre a fantasia? Pode dizer. – Falei em tom confiante, mas torcendo para não ser algo que não gostasse.
Ela se aproximou e sentou-se no sofá, com uma das penas embaixo da outra. Nos beijamos e percebi que ela não tinha pressa, saboreava o beijo com calma. Depois deu-me uma daquelas olhares arrasadores e empinou os seios. Passei a mão em concha neles, depois belisquei de leve os mamilos e vi que gostava. Então fui de língua, circulando toda a macia circunferência do seio direito, na parte de baixo, onde descaíam levemente, de forma perfeita. Depois passei a língua no mamilo, chupei e mordi de leve. Ela suspirou e o mamilo ficou durinho. Repeti tudo no mamilo esquerdo, e ela já acariciava minha cabeça, suspirando sempre. Segurou meu cabelo e me afastou.
– Ai que bom… É o seguinte: quero ser amarrada.
Fiz uma careta.
– Hum… Você quer alguma coisa sado?
– Não, amor, nada de violência. Só me amarra, vai.
Comecei a gostar. Coloquei a mão sem cerimônia entre suas pernas.
– Indefesa?
Ela respirou fundo e fechou os olhos. – É.
Lembrei de uma coisa: – Mas não tenho cordas.
Ela riu, a boca mais petulante do que nunca.
– Eu trouxe, meu gato.
Eram cordas de silicone, do tipo das que são vendidas em sexshops. Não me importei da ereção acabar enquanto seguia suas instruções. Em pouco tempo, ela estava amarrada com as mãos atrás das costas numa cadeira. Uma faixa de corda circundava seu peito e dali desciam as cordas que atavam suas pernas, de forma que não podia fechá-las. Afastei-me um pouco para observá-la depois que acabei. Aquilo a excitava. Perdera o ar petulante e respirava fundo.
– Tem uma mordaça. Na bolsa.
– É preciso? Mulher falando putaria é tudo de bom.
Ficamos nos olhando.
– Bem – eu disse calmamente – agora só falta pedir o resgate.
Arrisquei aquilo como piada, mas foi o suficiente para desencadear de vez a fantasia. Ela tentou se soltar, olhando-se suplicante.
– O que você vai fazer comigo?
Cheguei perto, tentei acariciar seu rosto, mas ela se virou, cobrindo o rosto com os cabelos. Agarrei seu queixo e a forcei a virar-se.
– Vou fazer o que tiver vontade e você vai me obedecer.
Ela cuspiu em mim. – Me obriga então, filho da puta.
Comecei a perceber a razão da mordaça. Como o pau estava duro de novo, forcei sua cabeça para baixo.
– Chupa e não morde. Não quero nem sentir os dentes.
Era difícil para ela, de forma que fodi sua boca. A princípio fiz devagar. Mas ela moveu a cabeça para trás e cuspiu em mim de novo, rindo. Segurei-a então pelo cabelo e forcei-a a abocanhar o pau, fodendo com mais força. Ela revirava os olhos, arfava e gemia. Quase gozei assistindo aquilo.
Controlei-me e segurei-a nos braços, jogando-a no sofá, de pernas abertas para cima por causa das cordas. Ajoelhado, enfiei os dedos na buceta, e, vendo que estava molhada, meti e tirei com mais força. Ela deu gritinhos.
– Só sabe com o dedo, é? Broxa?
Continuei e lambi seu grelinho com a língua. Ela uivou. Lambuzei os dedos da outra mão com cuspe e enfiei no cuzinho. Ela contraía as coxas, relaxava, e começou a dar gritinhos. Continuei até que gozasse, num grito mais alto. Enfiei a língua na buceta e chupei, enquanto ela voltava a me xingar.
Levantei e coloquei-a sentada de novo. Ela continuava me olhando, desafiante. Era como se dissesse que podia continuar. Bati com o pau em seu rosto. Esfreguei nos seios, beliscando os mamilos. Ela sorriu, me chamou para baixo e, quando me abaixo, cuspiu de novo.
– Corno!
Fui pegar a mordaça. Ela riu. Quando voltei, tentou se desvencilhar, mas atei sua boca com o pano preto. Então, a coloquei de quatro, da forma mais confortável possível, com o rosto deitado no sofá. Ajoelhado, meti o pau na buceta e segurei-a pelos cabelos.Quando dei as primeiras socadas, pensei que estava gemendo de dor, mas na verdade estava dizia “isso, isso” através da mordaça. Estava incrivelmente molhada. As socadas até o talo a incomodavam, mas apenas estremecia e gemia. Agerrei a bunda com as duas mãos e continuei, os olhos fechados. Parei.
– Rebola.
Ela ficou imóvel. Dei-lhe um tapa na bunda.
Ela balançou a bunda morena, xingando através da mordaça. Deitei-a de lado, fui pegar o lubrificante e lambuzei bastante o cuzinho. Podia ouvir o “não, não” através da mordaça , mas ainda que fosse verdade não ia liberar aquela bundinha perfeita e durinha. O cuzinho estava rígido, então, meti o dedo primeiro, sem pressa, para fazê-la relaxar. Com a outra mão, tirei a mordaça.
– Amor na bundinha não, vai. Vai doer.
-Você tá de lado, assim é melhor. Relaxa… Dá ela pra mim.
Ela começou a se remexer no sofá. Para acalmá-la, enfiei um dedo explorador no cuzinho lubrificado, mas, de repente, lá estava ela livrando-se das cordas. Ergueu-se e respirou fundo, aliviada, depois me bateu de leve com a mão no peito.
– Ai, porra, de repente bateu um medo.
Nós dois rimos. Ela me abraçou. – Já tive minha fantasia, tá na hora da sua…
Virou-se e rebolou devagar a bunda, com o pau encaixado no rego. Puxou minhas mãos para os seios. Apertei-os e manipulei os mamilos, de olhos fechados. Beijei seu pescoço, fazendo-a ronronar.
Ela se soltou e montou no sofá, jogando os cabelos negros para o lado.
– Vem.
Coloquei o pau novamente no rego, movendo-o de cima para baixo, acariciando a bunda com as duas mãos. Ela gemia baixinho. Então, parei no cuzinho, e, com o dedo, empurrei de leve. Ela se retesou, mas relaxou em seguida. A cabecinha foi entrando.
– Ai ai amor…
Segurei seus cabelos, puxei-a devagar para trás.
– Gostosa…
A cabecinha entrou. Ela suspirou. Empurrei devagar, sentindo a pressão no pau.
– Ai que caralho grande no meu rabo…
Fui devagar, indo e voltando, enquanto ela suspirava e arfava. De olhos fechados, eu tentava evitar a gozada. Na enterrada final, deu um gritinho. Afinal, olhei para baixo e lá estava ela, dengosa, me olhando, bunda morena empinada com os pelinhos dourados. Não teve jeito. Agarrei seus cabelos, tirei o pau quase todo e meti de novo.
– Ui ui, calma amor.
Soquei mais uma vez, e, na próxima, gozei, uma explosão de porra que me fez gritar junto com ela. Depois do orgasmo, puxei-a pelos cabelos e abracei-a com o outro braço.
– Essa bunda é minha, viu?
– Hoje é… – ela murmurou, virando a cabeça para me beijar.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s