A que gostava de transar de quatro


Ela gostava de ficar de quatro. Mais do que gostava, exigia a posição, justamente pelo motivo de muitas reclamarem: queria o pau indo fundo, bem fundo. Talvez fosse por motivos anatômicos: era esguia, com belas mãos de dedos longos, e há quem diga que isso significa que a vagina é mais profunda. Mas quem se importava com o motivo?
Ligou tarde da noite, perguntando se não queria ir ao seu apartamento. Desisti de outro encontro e fui correndo. Abriu a porta já de camisola, branca e longa, pouco decotada.
– Fui beber com as amigas, cheguei em casa e bateu uma saudade de repente – disse ela, depois de me beijar sem pressa.
– Já faz tempo mesmo – respondi, acariciando seus cabelos castanhos e lisos. – Como ficou seu caso?
Deu de ombros. – Não ficou. Deixa pra lá.
Fomos para o sofá e bebemos um pouco, conversando e namorando um pouco – apenas beijos e carinhos. Ela suspirou.
– O que foi?
– Nada, nada.
– Fala.
– Bom, não tinha planejado nada… Não me depilei – disse, o rosto muito corado.
Achei graça.
– Ah, então vou embora.
– Vai não. – E massageou lentamente o pau, por cima da calça. – To tensa, faz massagem?
Ficou de costas. Afastei os cabelos e massageei seu pescoço. A pele, muito branca e macia, reagia bem ao toque. Ela abaixou-se um pouco e trabalhei nas costas, puxando a camisola para cima. Não usava nada por baixo. Depois de vários minutos, estendi as mãos e envolvi os dois seios com as mãos. Segurei os bicos com os dedos e massageei de leve, enquanto ela suspirava.
– Você é linda, perfeita… – falei, beijando seu pescoço.
– Ai, fala mais… – ela disse, encostando a cabeça no meu ombro e me beijando.
– Seus olhos são lindos, sua boca é maravilhosa, quente, macia…
– Não, sou magra demais, amor.
Apertei os seios, sentindo os bicos durinhos – sabia que a admiração a excitava. Ergui a camisola e ela estendeu os braços para cima. Nua, espreguiçou-se contra mim.
– Tudo em você está exatamente no lugar – disse, continuando a acariciar os seios. Ela empinou-os, a cabeça para trás. Soltei-os para melhor apreciar as areolas de um marron claro, pontudas, projetando-se para frente sem nenhum sinal de flacidez.
– E o que mais?
– Você é inteligente e charmosa – continuei, levantando e tirando a roupa. De olhos semicerrados, a buceta ainda oculta pelas coxas, ela ficou observando o pau duro. Abri suas pernas.
– E tem uma bucetinha linda… – E empalmei a buceta, sentindo os pelos.
Ela se levantou e ergueu os braços, protegendo os seios, como se fosse uma menininha, olhando para trás, numa pose que sabia perfeitamente ser muito sensual.
– Minha bunda é seca, não é? Fala, você acha, eu sei.
Não era seu ponto forte, por causa das ancas estreitas. Mas tinha a marca de biquini certa para seu tipo físico, e zero de celulite. Aproximei-me e agarrei com força a bunda com a mão direita, voltando a beijar seu pescoço.
– Sua bunda é durinha e gostosa, meu tesão – Para comprovar minha apreciação, afastei-me um pouco e dei-lhe dois tapas, um de cada lado.
– Ai! – Como se fosse uma ordem, ela fez beicinho para mim, ajoelhou-se e começou a me chupar, de olhos fechados, lentamente, passando a língua e lembuzando o pau de saliva. Logo começou a tentar colocar o pau todo na boca, e engasgou. Segurei-o e bati de leve nas suas faces enquanto ela ria. Levantei-a e a beijei.
– Sua boca é tão macia e gostosa quanto sua bucetinha – falei. Ela sussurou no meu ouvido:
– Quero ele todo na boca.
Ajoelhou de novo. Foi abocanhando e respirando. Tive de fechar os olhos e só sentir. Ela parecia estar se posicionando, enquanto ia engolindo, engolindo… Comecei a latejar até que ela se satisfez e largou, sentando-se de novo, arfando e cuspindo. Depois relaxou e começou a rir, as faces coradas.
– Aí, que delícia… Sentiu?
– Foi demais. Agora – e me abaixei pra acariciar a buceta – quero ela também.
Ela abriu as pernas, desafiante.
– Assim, peluda?
Abaixei entre suas pernas e meti a língua sem cerimônia. Ela arfou enquanto eu afastava os pentelhos com os dedos e a fodia com a língua. Depois passei de leve a ponta no clitóris, fazendo-se se contorcer. Segurei-a pelas ancas, enquanto se contorcia e gemia.
– Isso, isso, ai amor, assim…
Mas não continuei até que gozasse. Ela ficava com a buceta sensível e era a última coisa que eu queria. Quando percebi que estava bem molhada, levantei e e ela se acomodou ao comprido no amplo sofá. Fiquei de joelhos por trás e explorei a entrada da buceta com o pau. Coloquei-o no rego da bunda e fodi um pouco, devagar. Depois fui enfiando o pau na buceta enquanto ela suspirava e apoiava a cabeça na almofada. Não meti tudo, ia até a metade e voltava, sentindo a carne macia e úmida envolvendo todo o pau. Ela ronronava enquanto ia penetrando, mas, depois de uns instantes, olhou para trás, fazendo biquinho.
– Vai, amor, vai…
Tirei até quase a cabeça roçar nos grandes lábios, e ela revirou os olhos. Então dei uma estocada súbita, até o fundo. Ela se retesou, bateu com a mão no sofá e deu um gritinho. O show ia começar. Mantive o pau todo enterrado na buceta, segurando firme pelas ancas. Ela moveu os quadris. Afrouxei a pressão e comecei a meter até o fundo, devagar a princípio, depois mais forte. A cada estocada, a bundinha firme estremecia.
Aquilo a enlouquecia. Ela dava longos ganidos, depois gemia como se estivesse sendo torturada. Colocava as mãos para trás para me puxar, como se pedindo uma nova enterrada. Quando estava excitado demais e parava, ela rebolava, perversamente, jogando o corpo para trás.
Tinha de fechar os olhos e pensar em outra coisa enquanto o pau mergulhava todo, encaixando-se perfeitamente. Quando abria os olhos, lá estava ela, olhando para trás e sorrindo, percebendo o efeito que causava.
– Para não, amor!
– Porra, é bom demais…
Ela então me afastou delicadamente e mudou de posição no sofá, ficando ajoelhada na transversal e apoiando a cabeça no encosto. Fiquei de pé e, mais controlado, meti o pau sem cerimônia. Fodi com força, metendo até o fundo, segurando firme na bunda. Mas não era necessário. Ela gemia e gritava, mas não tentava fugir das estocadas. Afinal, segurei seu cabelo com uma das mãos e dei-lhe uns tapas na bunda com a outra. Ela deu um gemido longo, depois um gritinho, a cabeça levantada.
– Fala, fala!
– De quem é essa buceta gostosa, putinha?
– É sua, amor, come! – ela gritou.
– Gosta de me dar?
– Adoro!
– Quer o pau enterrado até o talo?
– Puta que pariu, quero, isso me deixa louca, caralho…
E assim por diante. A bunda dela foi ficando vermelha por causa dos tapas. Afinal, puxei-a para mim e beijei-a na boca, uma verdadeira foda de língua, agressiva, mantendo-se presa a mim. Enquanto isso apertava os seios e brincava com os mamilos, passando as mãos pela sua barriga e apertando a buceta.
Caí no sofá, exausto, embora o pau continuasse teso. Já sabia qual seria o próximo passo. Ela nem sequer se sentou. Com o olhar faiscando, estendeu a mão e me puxou. Fomos para o quarto.
Ela bateu com a mão na cama e eu me deitei de barriga para cima. Subiu então na cama e se poscionou sobre o pau, as pernas bem abertas, a cabeça abaixada, olhando a própria buceta, que ia sendo penetrada devagar. Ela flexionou as pernas, apoiando-se em mim, concentrada, sempre olhando o que acontecia. Por fim, suspirou e sentou completamente no pau, os olhos fechados, fazendo movimentos circulares. Estava de boca aberta, muito corada, os seios empinados para frente. Ergueu-se e sentou com força, dando um daqueles ganidos deliciosos, depois se jogou na cama ao meu lado, de barriga para baixo.
Fiquei deitado sobre o cotovelo, vendo o corpo pálido, as pernas longas com os músculos levemente definidos terminando na perfeita elevação da bunda. Fiz um carinho em seu cabelo. Ela se virou para mim, o olhar ainda intenso.
– Quer que eu fique de quatro de novo?
– Não. – E me levantei.
– Papai e mamãe não quero – ela avisou.
Mas apenas fiquei em cima dela, sentado sobre as pernas, e comecei a foder naquela posição, as mãos apoiadas em seu tronco. Ela arfou com a primeira metida e depois voltou a gemer alto e dar gritinhos. Virei-a então, ergui suas pernas e me abaixei, metendo naquela posição. Afinal, ela gemeu:
– Quero de quatro de novo, vou gozar…
Ela quis abaixar a cabeça quando ficou de quatro, mas não deixei. Segurei de novo seu cabelo e fodi com mais palmadas na bunda, até que ela gritou e estremeceu, jogando a cabeça para trás. Ficou retesada por alguns segundos e então relaxou, rindo baixinho.
– Puta merda…
Fez com que eu me deitasse de costas de novo e começou a punhetar e chupar a cabecinha do pau até a porra jorrar, molhando seu cabelo. Ela lambeu o pau esporrado, voluptuosamente, e depois deitou a cabeça na minha coxa.
– Nossa, isso vale por uma academia e a gente ainda goza – murmurou.

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