A que reclamava mas dava III – A vingança


Tínhamos brigado e era o primeiro encontro depois de algum tempo. Embora emburrada durante o jantar, ela concordou em ir ao motel para conversar – apenas isso, claro. A primeira meia hora foi gasta em recriminações diversas, que ouvi com algumas contestações.
– Você faz de mim gato e sapato, só me procura quando quer e só faz o que quer.
– Nem sempre… – suspirei, enquanto olhava guloso para a bunda redonda e dura. Ela tinha baixa estatura, os seios e coxas grossas, mas firmes, a pele muito morena e lisa. Estava deitada na cama de barriga para cima, os pés para cima. Estava tão concentrada nas reclamações que nem percebeu meu olhar.
– Sempre, sim. Você transa quando quer, me come do jeito que bem entende e ainda está sempre de olho na minha bunda.
Desviei o olhar imediatamente, olhando-a nos olhos.
– Então tá. O que você quer fazer? Pode dizer, eu topo.
– Qualquer coisa?
– Hum… quase. Não quero ser comido, nem fio terra.
Ela pensou, e acabou rindo, rolando na cama.
– Vem cá, então, escravo!
Felizmente ela não tem chicote, pensei enquanto me levantava e me aproximava da cama. Ela ficou em pé e levantou o vestido.
– Me chupa!
Abaixei a calcinha e apreciei a bela bucetinha, depilada em volta mas com um bigode de pelos negros. Fiz uma massagem de leve e me ajoelhei na cama. Com os dedos, separei os grandes lábios, escuros e suculentos, apertados em meio às coxas, e lambi de cima a baixo, sentindo o gosto salgado. Depois enfiei a língua, fazendo-a gemer, e depois de leve em cima do clitóris, o que a fez retesar as coxas e segurar minha cabeça na posição. Grunhiu enquanto fazia a carícia, depois empurrou minha cabeça para trás.
– Deita!
Deitei e fui tirando a roupa enquanto ela se livrava do vestido, exibindo o corpo pequeno e moreno, com marcas de biquíni e as grandes areólas dos seios que tanto me excitavam. Ajoelhou ao meu lado e segurou o pau, já duro, punhetando sem pressa. Deu apenas uma lambida na cabeça, como se estivesse lubrificando, e então jogou a perna sobre mim, posicionando a buceta bem em cima do pau. Equilibrando-se, deixou o pau entrar um pouco, depois se ergueu, forçando as coxas. Ficou no vaivém enquanto aguentou, depois sentou até o final, com um gritinho, jogando a cabeça para trás. Fiz um movimento para segurar suas coxas, mas ela logo comandou:
– Quieto!
Inclinou-se então para a frente e começou a foder freneticamente, a bunda descendo e subindo. A cada afundada do pau na buceta eu via estrelas. Quando cansou, ela sentou em cima do pau e inclinou-se, agora para trás, em outro vaivém, agora mais lento. Naquela posição o pau roçava no ponto g e ela gemeu mais forte, uma das mãos apertando o seio. Parou, ofegante. Moveu-se para tirar o pau da buceta e deu uns tapinhas nele.
– Ai, tá bem duro…
Virou de costas para mim, o que sabia ser uma maldade. A bunda redonda, carnuda e perfeita ficou virada para mim e podia ver o cuzinho e a buceta escura. De novo sentou em cima do pau e se deitou, subindo e descendo a bunda em movimentos lentos. Não resisti e agarrei a bunda com a mão direita, apertando bem a carne macia, mas levei um tapa na mão e voltei à posição.
Depois, ela roçou o pau no rego da bunda, também sem pressa. Com a mão para trás, ela apertava o pau para aumentar a sensação. Depois levantou-se de novo e ficou de frente para mim, apoiando-se no meu peito e olhando o pau entrar e sair, concentrada. Então sentou de novo, os seios empinados e se inclinou para a frente, enquando fodia. Sem aviso, deu-me um tapa na cara. Segurei sua mão, irritado, mas ela ergueu o dedo indicador.
– Nada disso, você prometeu. É só um tapinha…
Os seios balançavam enquanto ela fodia, os olhos fechados. Depois abria os olhos, inclinava-se, e lá vinha o tapa, imperioso. Por fim, a foda ficou mais frenética e ela soltou gritinhos, a bunda indo até os ovos. Com a mão direita, masturbou-se, o pau todo enfiado na buceta, até que deu um grito mais alto e relaxou, deitando-se ao meu lado.
– Acabou? Não gozei – eu disse.
De olhos fechados, ela segurou o pau com a mão e punhetou até que a porra jorrou no vazio. Ela lambeu os dedos, satisfeita.
– Você só reclama, hein…

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