A que queria brincar de atriz pornô II


Depois daquele encontro preliminar, não tive mais oportunidade de vê-la por alguns dias. Mas, pelo visto, a semente havia sido lançada: quando cheguei ao seu apartamento, com as bebidas a tiracolo, ela vestia uma um conjunto de couro preto, muito justo, que mais do que ressaltava suas formas opulentas. À medida que conversávamos, ficou claro que não vestia nada por baixo.
Ao me receber, ela me deu um beijo na boca carinhoso, depois ficamos conversando banalidades enquanto as bebidas faziam efeito. Obviamente queria que eu falasse primeiro, mas não fiz sua vontade e, afinal, ela não se conteve e riu, depois de embocar mais uma dose:
– E o nosso filme?
– Precisa de novas cenas, não é?
– Pelo que eu vi… faltaram algumas, mas não sei se tenho coragem.
Aproximei-me e nos beijamos. Ela tinha lábios cheios e gostava de beijar, então nos demoramos, brincando com as línguas um do outro, alterando beijos mais intensos com carinhos no rosto. Afastei os cabelos cor de mel e beijei seu pescoço, antes de apalpar com firmeza um dos dos grandes seios, por cima da roupa de couro. Ela suspirou e fechou os olhos.
– Ficou faltando o sexo oral em você, por exemplo. Nos filmes sempre tem isso.
Ela se acomodou melhor no sofá, sem dizer nada. Levantei a saia curta de couro e apreciei a curva perfeita das coxas grossas, bronzeadas, emoldurando a buceta novamente depilada. Percorri as coxas com a mão, sem pressa, lambendo a parte interna, ligeiramente suada. Podia sentir o cheiro da buceta molhada. Passei a língua pelos grandes lábios, já com as mãos na bunda dela, que se contorcia e gemia. Enfiei a língua, sentindo o gosto salgado, o mais fundo que pude, depois passei de leve a língua no clitoris.
As coxas eram muito grossas e tive de levantá-las um pouco para chupá-la à vontade, parando apenas para morder a parte interna das coxas. Depois trabalhei com os dedos na buceta, abrindo bastante e enfiando a língua e os dedos ao mesmo tempo, fazendo carinho no ponto g. O tesão escorria dela e molhava o sofá. Ela não falava muito, mas gemia e dava gritinhos abafados, remexendo as coxas.
Afinal, levantei e, com ela ainda arreganhada, de olhos fechados, botei a camisinha e meti de uma só vez, fazendo com ela desse um gritinho mais alto. Ela afastou as pernas para que eu pudesse foder, o que fiz sem muita força, ainda que indo sempre até o fundo. Quando o pau estava bem enterrado, fazia movimentos circulares. Depois bombei com mais força, de olhos fechados, enquanto ela gemia alto.
Afinal, tirei e fiquei estirado no sofá, ofegante. Lentamente, ela ficou sobre mim e enfiou o pau na boca. Segurei seus cabelos e fodi na sua boca, enquanto a saliva escorria e ela engasgava. Ela saiu da posição e tirou a roupa, rapidamente, deitando-se, nua, de barriga para cima, acariciando a buceta com movimentos ritmados.
– Ainda falta você me dar a bunda – eu disse.
– Você quer?
– Muito. Quero gozar no seu cu.
Ela cobriu o rosto, rindo. Hesitou e, afinal, levantou-se, caminhando um tanto envergonhada enquanto eu apreciava seu corpo nu. Saiu do aposento e voltou com um vibrador em formato de pênis e lubrificante. Estava corada e eu não disse nada que a fizesse ficar menos à vontade: simplesmente a coloquei com os joelhos no sofá e besuntei os dedos e o vibrador de lubrificante, apreciando a bela curva da bunda.
– Devagar – ordenou ela, enquanto introduzia um, depois dois dedos no seu cuzinho. Ficou retesada, mas nem tanto – já devia ter experiências anteriores. Meti bem devagar o consolo, enquanto ela gemia, a cabeça enterrada nos braços. Deixei a meio e enfiei o pau na buceta. Com ele todo metido, meti e tirei o consolo até que finalmente ele estava todo enterrado.
– Puta que pariu, você meteu ele todo no meu cuzinho – gemeu ela.
Deu uma rebolada e foi o suficiente para que começasse a fodê-la com força na buceta, dando tapas na bunda. Ela dava gritinhos com os tapas e continuava rebolando. Segui com aquilo até quase gozar e tirei o pau e o consolo.
– Agora vou comer esse rabo.
– Come, amor, é seu…
Abri o rego com uma das mãos e posicionei o pau com a outra. Com um dedo, forcei a cabecinha, que entrou, embora não sem protestos.
– Aiiii amor, tá me rasgando…
Tive de tirar e botar de novo umas duas vezes para ela se aquietar, ainda ofegante. Era apertado e quente enquanto o pau ia sendo enterrado até o final, como tinha feito na buceta. Agarrei sua bunda com tanta força que ela sentiu e bateu nas minhas coxas.
– Não goza agora, porra! Mete mais!
Concentrei, fechei os olhos para não ver a bunda com marca de biquini e comecei a fuder, ritmadamente. Ela começou a se masturbar com a mão direita, frenética.
– Tá com a bunda bem arregaçada, cachorra?
– Não para, não para!
Segurei-a pelos cabelos enquanto fodia. Ela se masturbou até gozar, arfando e gemendo. Quando sossegou um pouco, tirei o pau e coloquei-a de joelhos.
– Peraí, amor, assim não…
Era tarde. O jorro de porra foi direto na boca. Ela engasgou, cuspiu, enquanto eu forçava o pau novamente na boca, segurando-a pelos cabelos. Afinal, ela lambeu e chupou o pau esporrado, antes que eu desabasse no sofá.
– Esse foi mais hardcore – falei, enquanto ela ria e corria para o banheiro para lavar a boca.

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