A que queria se vingar do marido


A festa já ia adiantada quando a dona da casa fez um aceno imperioso, ainda que discreto, para que a acompanhasse. Segui-a pelo corredor até que saímos por uma porta lateral. Ela desacelerou e pegou minha mão.
– Vem comigo.
Num passo rápido, atravessamos o pátio, contornamos a piscina até que chegamos à construção lateral que abrigava a sauna e a churrasqueira. Entramos num pequeno cômodo escuro. Ela me segurou pelo pescoço e me beijou com força, largando depois, ofegante.
– Você quer, não quer? Vejo como me olha…
– Claro que quero, mas…
Meus olhos se acostumavam à semi-obscuridade e percebi q ela estava tirando o vestido caríssimo que usava. Havia um vislumbre de seios empinados, ainda que à custa de silicone, uma curva generosa de coxas e, entre elas, o excitante triângulo que surgiu depois que arrancou a calcinha. Ela puxou os cabelos negros para trás.
– Filho da puta, ela deve ter uns vinte anos!
O que significava mais ou menos o dobro da idade dela, pensei, enquanto ela se ajoelhava na minha frente e abria o zíper, retirando o pau num frenesi. Ainda estava mole e ficou estendido na mão dela, que o apreciava.
– Eu sabia… já tinham me falado que você era pirocudo.
Não botou na boca, ficou manuseando e dando lambidas enquanto o caralho endurecia, rindo e falando sozinha. Fechou os olhos e abocanhou quase todo, depois mamou como se fosse uma chupeta, bem na cabecinha. Tive de me segurar na parede. Empurrei seu rosto com força, sentindo que ia gozar, e ela riu alto.
– Porra, assim vou gozar – falei.
Ela levantou enquanto eu tirava a roupa e nos abraçamos para um beijo prolongado, enquanto explorávamos o corpo um do outro com as mãos. Senti primeiro os seios, rígidos, depois empalmei com força a buceta – os bicos estavam duros e a buceta molhada, bons sinais. Enfim, deslizei a mão para o que me interessava: uma bunda grande, rija, alvo permanente de comentários. Interrompi o beijo e cheguei a suspirar enquanto percorria toda aquela circunferência. Ela percebeu e virou de costas, esfregando-se em mim.
– Vai botar na minha bunda também, seu tarado?
Virou-se e fez que não com o dedo, bem em frente ao meu rosto.
– Quem manda aqui sou eu. Agora deita.
Antes de obedecer, chupei os bicos dos seios enquanto manipulava sua buceta cabeluda. Ela gemia, satisfeita, a cabeça jogada para trás. Mordi mais forte o biquinho e ela deu um gritinho. Deitei então e ela se posicionou sobre o pau, as pernas saradas, fortes, bem abertas. Enfiou o pau na buceta úmida e apoiou-se em meu peito, flexionando as pernas. A princípio foi até a metade, até que relaxou, deixando o pau penetrar todo. Gemia e sussurrava o tempo todo.
– Cacetão gostoso,to toda fodida, não goza, não goza, puta que pariu!
Quando cansou, sentou de vez com o pau na buceta, ofegante. Virou de costas, permitindo uma visão privilegiada da bunda, e continou a foder com gosto. Molhei o dedo com cuspe e enfiei no seu cu. Ela se retesou, mas não reclamou, nem quando outro dedo e mais outro foram introduzidos. Devia gostar da posição, porque parecia estar quase gozando, gemendo e sibilando. Enfim, parou e descansou um pouco, enquanto eu tentava controlar a excitação. Ainda engatados, fiquei meio sentado e puxei-a pelo cabelo.
– Fica de quatro.
Ela resistiu.
– Ainda não, quero chupar.
Empurrou-me com uma das mãos para que deitasse de novo e ficou entre minhas pernas, abocanhando o pau novamente. Fodeu um pouco com a boca, ritmadamente, depois segurou e bateu com ele no rosto, rindo de novo.
– Ai amor, queria tirar uma foto dessa piroca assim, bem dura.
Colocou o pau entre os seios, depois chupou as bolas. Era divertido todo aquele frenesi. Mas, por fim, levantei-me e, com firmeza, coloquei-a de quatro.
– Não goza, não goza!
– Quer na cara?
– Quero.
E eu sabia o que queria. Na meia luz, vislumbrei a curva perfeita da bunda levantada, o rego convidativo, e passei os dedos na buceta úmida, enfiando depois de leve no seu cu. Ela se retesou. Dei-lhe uma palmada, abri um pouco o cuzinho com uma das mãos e comecei a meter. Ela deu um gritinho e tentou fugir, mas era tarde. Segurei-a pelo ombro enquanto a cabeça do pau entrava. Ela mordeu a mão. Segurei a bunda com as duas mãos enquanto penetrava, lentamente, até enterrar tudo. Então puxei-a para cima e sussurrei em seu ouvido:
– Sempre quis fuder essa bunda, gostosa.
– Porra, tá doendo, seu filho da puta. Tira, goza na minha cara, vai.
Tirei e fiquei em pé. Ela se ajoelhou. Bati com o pau no seu rosto, segurando seus cabelos, mas ela logo assumiu o controle. Com as duas mãos, começou a punhetar,enquanto lambia a parte de baixo da cabecinha com perícia. Não demorou para a porra jorrar no seu olho esquerdo. Ela voltou a abocanhar o pau gotejante, deixando-me tonto de novo. Gemi enquanto ela mamava com vontade, admirada que o pau ainda estivesse duro. Afinal, deu-lhe um tapinha carinhoso.
– Pirocudo gostoso…

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