A que gostava de falar putaria


Ela era bem gostosa, num estilo mais cheio, com uma bunda imensa e seios pequenos e empinados. Mas nada se comparava ao seu estilo, digamos, de comunicação.
Quando cheguei, já estava nua, na cama, de olhos fechados, masturbando-se com um pequeno vibrador. Abriu os olhos, sorriu e , depois que tirei também a roupa, estendeu-o para mim.
– Deixa ela bem molhadinha, deixa.
Alternei o vibrador com a língua, deslizando o rosto nas coxas, enquanto ela gemia contente.
– Que delícia… Hum… Ai. Mais pra cima. Isso…
A buceta era depilada, fresca, num belo tom rosa, e ia umedecendo aos poucos. Ela levantou a cabeça e olhou o pau, passando a língua pelos lábios. Fiquei então de joelhos e me aproximei para que ela chupasse. Era uma chupadora malvada, concentrando-se na cabeça e na parte sensível abaixo. Ergueu os olhos verdes para mim, o que me deu vontade de foder na sua boca. Segurei-a então e forcei o pau para dentro. Ela não se intimidou, abocanhando ao máximo.
– Chupa, gostosa. Caralho!
– Isso, assim ele fica bem durinho.
– Engole todo, engole.
Segurei-a pelos cabelos com as duas mãos e fui metendo e tirando. Ela tirou o pau da boca e bateu com ele na cara. Lambeu as bolas, massageando, e então punhetou, cuspindo nele. Larguei-a e dissse que ficasse de quatro. Naquela posição, a bunda sobressaía, perfeita, e ela sabia disso.
– Dá seu tesão para mim, amor, dá.
Meti então o pau na buceta úmida, enquanto ela se acomodava, descansando o rosto no colchão e olhando para mim.
– Come sua gostosa, come. Vai me comer gostoso hoje, vai? Aproveita!
Os olhos verdes sorriam. Dei-lhe duas palmadas na bunda, uma de cada lado.
– Isso, soca, vai, soca! Soca que eu gosto, ordinário! Isso, come gostoso! Soca na sua putinha… Até o talo, vai! Assim que eu gosto!
A bunda estremecia com as arremetidas do pau, inchado, prestes a gozar, e com as palmadas.
– Caralho, porra! – Segurei firme, com o pau metido até o fundo, para não gozar.
– Isso, soca lá no fundo, vai, lá no fundo!
– Porra, que bunda linda…
Ela se preparou para a metida no cu, gemendo. Sabia que tinha lubrificado antes, então meti sem dó.
– Ai, cachorro! Manda ver, manda! Pintudo do caralho, mete na sua cachorrinha, mete!
Continuei no vai e vem no cuzinho, sem meter tudo, só arregaçando.
– Tá apertadinho, amor? Vai metendo, vai!
Obedeci e meti até o fundo, em movimentos ritmados, enquanto ela abria as pernas e agarrava o lençol.
– Aí delícia…
Segurei-a pelo tronco e soquei com vontade.
– Aíiiiii. Adoro! Isso, assim…Isso, soca gostoso, soca. Hu, hu…
Antes de gozar, tirei e botei-a por cima. Ela fodeu com perícia, movimentando as ancas, afundando o pau na buceta. Parou para descansar e ficou deitada de barriga para cima, enquanto metia na buceta de lado. Enquanto isso, ela se masturbava freneticamente.
– Ai tesão, tesão, tesãooooo…
Deu uns gritinhos, depois lambeu o suco da buceta. Ofereci o pau de novo e ela lambeu e punhetou. Ficou então de quatro para levar no cu de novo, com força.
– Isso, cachorro, é assim que eu gosto! Gosto assim, vai…
Puxei-a para a beira da cama e fodi com apenas uma das mãos apoiada na bunda.
– Tesudo, pintudo gostoso, come essa puta, come! Soca a rola em mim.
Continuei socando.
– Aiiii. Isso, sem dó, vai! Sem dó!
Fui com o pau até o fundo e deixei lá enquanto gozava, gemendo. Ficamos imóveis até que ela se mexeu, deitando-se.
– Safadinho, aproveitou mesmo hoje, hein?
Sim, ela valia cada centavo – e olhe que não era barato.

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