A que queria brincar de atriz pornô


Ela se achava gorda, o que a tornava tímida, receosa de novas aventuras. Na verdade, era mais do tipo opulento, toda ela seios e bunda, quase sem barriga. Daria uma ótima mulher fruta, mas não era essa comparação que me interessava. Ao invés disso, dei-lhe um dvd com um filme pornô americano, repleto de mulheres do seu estilo. Só descobri o efeito daquilo alguns dias depois, quando ela me convidou para ir à sua casa depois do jantar e de uma caminhada na praia.
– Safadinho você, hein? – disse repentinamente depois de algum tempo de conversa no sofá, bebendo vinho branco gelado.
– É como eu disse… Você tá na moda.
– Como elas conseguem fazer aquelas coisas?
– Nunca tinha visto?
– Bom, já,mas fazia tempo que não… Agora fazem coisas… Uau.
Fingi estar pensativo.
– Como conseguem? Com muito treino, provavelmente.
– Ah, eu nunca ia conseguir.
– Na frente da câmera? É, deve ser difícil.
Ficamos em silêncio. Ela emborcou o vinho de uma vez só. Aproximei-me e nos beijamos. Depois de um tempo daquele namoro, ela bebeu mais um copo de vinho quase de uma vez. Era a hora certa.
– Faz só pra mim então.
– Faz o quê? – Ela arregalou os olhos com uma surpresa fingida.
– Tipo filme.
– Ah, não tenho coragem…
– Só o início, quando elas tiram a roupa.
– E você fica quietinho?
– Claro – respondi, impassível. – Vou deitar no tapete e só apreciar.
Acomodei-me com uma almofada enquanto ela bebia o vinho direto da garrafa. Estava usando um vestido longo e estampado e ficou parada na minha frente, indecisa, passando a mão direita pelo corpo. Dei a deixa:
– Esse vinho me deu calor. – E tirei a camisa.
Ela riu e se abanou. – Calor, né? – Então puxou a barra do vestido um pouco para cima dos joelhos, mexendo os quadris de forma sensual. Fui observando enquanto ia surgindo um belo par de coxas, bronzeadas, com uma leve penugem dourada. De olhos fechados, ela parou antes de mostrar a calcinha. Aproveitei pra outra deixa:
– Elas nunca usam nada por baixo.
Ela riu, escondendo a boca com a mão, bebeu mais vinho e sumiu em direção ao quarto. Quando voltou, retomou a dança lenta dos quadris de costas, levemente abaixada, uma bela visão da bunda firme, redonda, sob o vestido. Era o que bastava para o pau endurecer.
– Você é o máximo – falei.
Ela então segurou os cabelos e rebolou a bunda de forma ainda mais sensual. Levantou o vestido até o final das coxas, apertando a bunda. Virou-se e retomou a dança, agora abaixando e levantando as alças do vestido. Abaixou-se e, andando de quatro, veio até perto de mim, e o decote dava uma amostra grátis das marcas de biquini dos seios enormes e pesados. Os bicos pressionavam o tecido leve.
Num reflexo bem compreensível, fiquei de boca aberta, com a mão direita acariciando o pau sobre a calça. Ela chegou mais perto, mais perto e, quando tinha uma visão quase completa, riu de novo e se levantou. Então, num movimento rápido, passou a perna sobre minha cabeça e, então, lá estava a buceta apertada entre as coxas, devidamente depilada. Sem dúvida ela tinha planos para aquela noite.
A visão foi rápida, mas a ereção estava lá para ficar. Fiz um gesto que ia abrir o zíper, mas ela, já de volta à posição original, fez que não.
– Quietinho, lembra?
Começou então um longo e torturante processo de exibir os seios, abaixando o vestido devagar. Eram realmente enormes, pesados mas não flácidos, com areolas enormes, rosadas. Ela os segurou e brincou com os mamilos, até encostando-os na boca. Foi abaixando o vestido, os seios apertados, olhando para mim, até que a curvatura das coxas apareceu aos poucos, agora de cima para baixo. E, enfim, a buceta apertada entre elas, totalmente depilada. O pau fazia pressão no tecido e, enquanto ela olhava para baixo, deixando o vestido cair, abri o zíper e ele ficou empinado, latejando.
Quando levantou a cabeça e viu a cena, também ficou de boca aberta.
– Que pirocão – murmurou.
Mau sinal, mas mesmo assim levantei e fui em sua direção. Meio confusa, ela meio que se cobriu. Peguei sua mão e juntos punhetamos de leve enquanto a beijava de novo. O beijo foi se tornando mais e mais molhado, até que ela, mais descontraída, segurava firme o pau na mão. Separou-se de novo para olhá-lo.
– Caralho, isso é coisa de filme pornô mesmo, amor. To com medo.
– Tá, então vamos com calma hoje.
Ela fez que sim, ajoelhou-se e começou a lamber, do talo até a cabeça. Fechei os olhos e fiquei zonzo quando finalmente colocou o pau na boca, passando a língua na parte sensível da cabecinha. Vi que não ia aguentar muito tempo – nem tentei foder em sua boca. Afinal, tive de afastá-la antes que gozasse.
– Espera, quero espanhola.
Sentei no sofá e ela se ajoelhou novamente em frente. Segurei os seios pesados e macios, depois chupei os mamilos e passei a língua nas areolas. Ela gostava e gemia, pedindo pra morder.
– Mas de leve, assim, morde…
Peguei o pau e passei nos bicos a cabecinha, que já estava meio oleosa, tanta a pressão da porra. Afinal, recostei-me e ela encaixou o pau entre os seios, cuspindo no pau já molhado com sua saliva para lubrificar. Movia-se ritmadamente e o pau deslizou pela pele macia enquanto ela me olhava, com ar de safada, fazendo biquinho. Comecei a me movimentar de repente e o jorro de porra a pegou de surpresa, pegando no queixo. Largou o pau enquanto a porra escorria no rego entre os seios.
Ela pegou um pouco com o dedo e experimentou com a língua, depois se levantou. Fiz um esforço e pedi que deitasse no sofá, ainda com a porra escorrendo, e então a chupei, até que gozasse com vários gritinhos.
Foi ao banheiro para limpar a porra, enquanto eu ficava imóvel e acabado no sofá. Quando voltou, aconchegou-se e murmurou:
– Eta filme bom…

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