A que só pensava em putaria


Nosso próximo encontro demorou um pouco. Ela parecia meio constrangida. Como estava friozinho, fomos de vodca. Após, alguns goles, acabou confessando:
– To com vergonha. Só penso em putaria.
– Eu também. Só não tenho vergonha.
Ela riu.
– Porra, é sério. Outro dia, bom… Comprei um vibrador novo, sabe, só pra…
Puxei-a pela cabeça e beijei sua boca, sentindo o gosto da vodca. A seguir encostei a boca no seu ouvido:
– Meter no seu cu?
Ela fechou os olhos e suspirou. – É, meti e fiquei brincando… Gozei horrores.
– E cadê esse brinquedinho?
– Depois. – Ela pesquisou entre minhas pernas, viu que o pau estava duro e o tirou. Ainda no sofá, começou a chupar, lambendo de cima a baixo e depois engolindo quase tudo, os olhos fechados. A seguir recostou-se de novo, punhetando de leve.
– Esse pau me arrombou toda.
Ela brincou um pouco e me levantei, puxando-a para frente. Tirei a calça comprida, mas não a calcinha preta, que afastei para o lado para lamber e depois enfiar a língua na sua buceta. Ela abriu bem as pernas enquanto eu saboreava o gosto salgado da buceta, cada vez mais molhada. Levantei e enfiei o pau, devagar. Ela gemia baixinho enquanto ia botando e tirando devagar. Depois ficou me olhando, entre satisfeita e desafiante. Não era aquilo q ela queria.
– Quer um pau no rabo, é isso?
Ela levantou e, sem mais nem menos, me deu um tapa na cara, furiosa.Segurei-a e virei-a de costas para mim, encaixando o caralho no rego da bunda e mantendo-a presa com o outro braço em torno dos seios.
– Vou te comer toda e socar o caralho na sua bunda. Hoje você vai ser minha puta – falei no seu ouvido.
Ela encostou a cabeça no meu ombro. – Amor, não soca, seu pau é grande, dói…
– É, mas eu gosto, porra. Agora de quatro no sofá.
Ela tirou a calcinha e, já na posição, empinou a bunda, acariciando o grelinho. Lambuzei sua bunda de gel e enfiei um, depois dois dedos no cuzinho. Depois pinguei óleo em toda a bunda, com movimentos circulares, enquanto ela continuava a se masturbar. Por fim, dei-lhe dois tapas fortes, um de cada lado.
– Ai ai ai!
Mais dois tapas e ela gemeu, dengosa:
– Tá bom, bate, seu filho da puta…
Botei a cabeça do pau na buceta e deixei só a cabecinha entrando e saindo. Ela relaxou, gemendo e me chamando de safado. Tinha parado de se masturbar e mordia o próprio dedo. Então meti o caralho até o fundo, enquanto ela gritava, a boca encostada na almofada do sofá para ninguém ouvir. Segurei a bunda com as duas mãos e comecei a meter, enquanto a bunda estremecia a cada socada. Alternava as socadas dando tapas.
– Viado, filho da puta, tá doendo… Come essa buceta, é sua, come!
Socava com força, a bunda tremia e ela gemia e dava gritinhos. Puxei seus dois braços para trás e continuei socando.
– Soca esse caralho, amor, soca!
Dei uma metida mais forte, até o fundo, e ela jogou a cabeça para trás, gozando, e eu sentia as contrações da buceta. Puxei-a pelos cabelos, erguendo-a, e então nos beijamos, com muita língua e saliva. Estava bem relaxada. Sussurrei em seu ouvido:
– Agora vou fuder essa bunda.
Ela voltou a me olhar com raiva e tesão e me deu outro tapa na cara.
– Vai ter de lamber meu cu, safado!
Botei-a de novo de quatro e abri o rego da bunda muito branca e carnuda. lambi seu cuzinho, enquanto ela ronronava, contente de ver suas ordens recebidas. Ela afastou meu rosto e se levantou. Segurou meu rosto e me beijou, um beijo bem babado e cheio de saliva, bem ao seu gosto quando estava muito tesuda.
– Gostoso, sei que você não gosta e mesmo assim lambeu meu cuzinho. Tá muito tarado nessa bunda… – disse ela depois, segurando meu pau.
– To mesmo, porra.
Ela se abaixou e abocanhou novamente, brincando, chupando a cabecinha, lambendo os ovos, sempre de olhos fechados. Depois abriu os olhos e me olhou. Segurei sua cabeça e fudi bem devagar na sua boca. Ficamos nos olhando até que ela levantou de novo e saiu da sala. Voltou com o vibrador.
– É esse.
Botou o vibrador na boca e chupou, convidativa. Virei-a e rocei com o pau na bunda, agarrando os seios, beijando seu pescoço.
– To com ciúme. Quero só meu pau nesse bundão – disse no seu ouvido.
– Ai, põe ele primeiro… esse pauzão me machuca. Deixa eu relaxar e dar gostoso pra vc.
– Dar o quê?
Ela suspirou, ainda rebolando a bunda no pau.
– Como você é bobo…
– Fala.
Ela sussurou no meu ouvido:
– Dar o cu pra você.
Ela ficou de quatro novamente no sofá, a bunda bem empinada. Primeiro explorei o cuzinho com os dedos bem lambuzados de gel. Primeiro o indicador, depois dois dedos. Tirei e passei a mão na bunda toda, aproveitando para empalmar a buceta, que depois lambi para aproveitar o gosto do tesão dela, que escorria.
– Põe o pau na buceta e ele no cuzinho – ordenou.
Enfiei o vibrador lentamente no buraco do cu.
– Devagar, amor…
O aparelho ia entrando e saindo enquanto ela gemia de leve.
– Isso, mete, safado..
Sempre devagar, introduzi todo o vibrador. Tirei e botei, com movimentos circulares, alargando o buraco do cu.
– Deixa aí e mete na buceta.
O pau deslizou pela buceta empapada até o talo.
– Ai, caralho!
– Na buceta e no cu… É isso que você queria, sua puta?
– Puta que pariu, que gostoso!
Dei-lhe uma socada que a fez ir de encontro ao sofá. Ela começou a grunhir e a rebolar, como se me convidasse, até que lhe dei mais um tapa e a segurei pelo cabelo.
– Agora quero essa bunda.
– Não, amor, dói…
Abaixei-a um pouco e me inclinei para posicionar o pau, depois de retirar o vibrador. Bati com o pau no rego e, com o dedo, empurrei a cabeça no cuzinho. Ela gemeu.
– Ai, assim não…
A cabeça entrou e ela deu um gritinho, recuando a bunda. Inclinei-me e continuei penetrando, ainda segurando suas ancas. O pau ia a meio quando parei. Possuir aquela bunda dava um tesão incrível. Tirei um pouco, ela relaxou, meti novamente, devagar. Tentou fugir de novo, segurei seu cabelo.
– Dá esse bundão, caralho.
– Filho da puta, tá me arrombando, cachorro, viado… Ai ai, mete mais, mete!
Levantei os braços e meti devagar até o talo no cu apertadinho. Comecei um vaivém, os olhos fechados, depois abri para apreciar de novo a curvatura da bunda branca, empinada, enquanto ela, imóvel, gemia sem parar. Tateou e, depois de pegar o vibrador, encostou-o na buceta. Enquanto gemia cada vez mais alto, eu ia metendo cada vez mais forte. Mais um tapa na bunda e ela gritou, segurando bem o vibrador e depois relaxando no sofá. Tirei o pau e ela se virou, entregue, deitando-se ao comprido no sofá. Puxei sua cabeça e enfiei o pau na boca na hora em que a porra jorrou, fazendo-a engasgar.
Quando acabou a gozada, vi que me olhava com fúria, antes de levantar e correr para o banheiro. Mas, quando voltou, caiu no sofá ao meu lado sem dizer nada. Ficamos abraçados até que ela falou, sonolenta:
– Não tive coragem… mas na próxima vou engolir tudinho.

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