A que usava legging azul III


No dia seguinte, acordamos tarde. Tomamos banho e levei algumas frutas e café na cama. Depois ela se deitou de costas e eu me posicionei entre suas pernas. Acariciei sem pressa a parte interna das coxas e enfiei a língua na buceta, afastando os pelos. Ela gemeu de leve e se contorceu. Estava sedosa, mas ainda seca. Passei a massagear o clitóris com a língua, enquanto introduzia um dedo na buceta e passava a massagear a parte sensível interna. Aos poucos foi ficando molhada, enquanto ela se mexia de leve e gemia baixinho, acariciando meus cabelos. Quando estava bem úmida e os gemidos mais altos, meti outro dedo no cu. Ela se retesou.
– Puta merda, ainda com essa tara?
Continuei passando a língua e sugando o grelinho. Os dedos trabalhavam na buceta e no cu e ela se retesava e relaxava, arfando. O dedo no cu foi substituído pelo dedão, que enterrei de uma vez só.
– Caralho, filho da puta! Tira esse dedo do meu cu! Ai, não para, vou gozar…
Ela ergueu as coxas, num espasmo, prendendo minha cabeça, enquanto gemia alto, quase um rugido. Mais alguns espasmos e relaxou completamente, com as pernas abertas. Mas eu continuei com os dedos e a língua. Tentou me afastar:
– Para, chega, já gozei…
E prossegui sugando e lambendo seu grelinho, enquanto os dedos trabalhavam mais lentamente. Ainda relaxada, ela desistiu de resistir e dentro em pouco senti uma nova série de espasmos, que duraram mais tempo, embora ela não gemesse mais. Num esforço, ela agarrou minha cabeça.
– Não aguento, chega!
Caí ao lado dela e dormimos.
Quando acordei, horas depois, descansado e de pau duro, ela não estava mais na cama. Tomei outro banho e fui encontrá-la na cozinha… vestindo a malha azul e uma camisola curta.
Cheguei por trás e abracei-a, beijando seu pescoço enquando apalpava sua bunda devagar, passando a mão de cima para baixo. Ela virou a cabeça para trás e me deu um beijo molhado, enfiando a língua na minha boca… e, então, empinou a bunda para roçar no pau. Fiquei parado enquanto ela mexia os quadris lentamente. Paramos de nos beijar e ela abaixou a cabeça, enquanto eu segurava e massageava seus seios. Afinal, ela se apoiou na pia.
– Pega lá, pega.
Estava tão excitado que demorei a entender. Mas não podia deixar de aproveitar o momento. Então colei atrás dela e disse no seu ouvido:
– Vai me dar a bunda aqui?
Ela suspirou, jogou a cabeça para trás e, ainda de olhos fechados, disse:
– É, seu maluco…
Voltei rapidamente com o gel. Ela continuava na mesma posição, os olhos fechados. De joelhos, abaixei lentamente a malha azul até retirá-la toda. Enquanto acariciava a carne macia, lambuzei todo o cu de gel. Massageei um pouco a buceta, que por sinal já estava molhada, e então me coloquei em posição. De novo em seu ouvido:
– Vou enterrar meu pau todo na sua bunda aqui na cozinha.
– Vai devagar… Doeu muito ontem. – E ela me olhou com um olhar tão dengoso que quase gozei ali mesmo. Então estava gostando…
Na primeira tentativa ela se retesou. Peguei sua mão e a levei até o pau. De olhos fechados, ela punhetou devagar, depois abaixou um pouco, levou o pau até a entrada e esperou. Forcei e, quando a cabeça entrou, xingou com os dentes cerrados:
– Porra!
Segurei-a pelos quadris e comecei a foder sua bunda devagar, retirando e penetrando cada vez mais fundo. Ela soltava o ar ritmadamente e não se mexia. Quando o pau entrou todo, deu um gemido alto e virou a cabeça para trás:
– Anda, fode! Não isso que você queria? É sua, mete!
Comecei a meter com força, mas ela gemeu alto e parei, voltando a foder devagar. Botei uma das mãos em seus ombros e enterrei o pau novamente, devagar. Com a outra mão, dei-lhe um tapa na bunda.
– É minha essa bunda, então?
– É, seu filho da puta, safado, viado… Come!
Mas eu queria mais. Tirei o pau, virei-a e nos beijamos. Afinal, encarei-a.
– Quero você de quatro agora.
Já na cama, ela ficou de quatro, a cabeça no travesseiro. Alisei a bunda empinada e dei-lhe dois tapas, um de cada lado. Já de camisinha, ao invés de penetrar o cu, meti o pau na buceta, que estava empapada. Ela gemeu, satisfeita. Puxei-a para trás e comecei a socar, ritmadamente, enquanto a bunda estremecia a cada socada. A força foi excessiva e ela estendeu as pernas. Deitei em cima dela. A buceta apertou o pau enquanto subia e descia, batendo na bunda. Quando senti que ia gozar, retirei o pau e a camisinha, de joelhos. O jorro de porra molhou o rego e as costas, enquanto ela ficava imóvel. Quando caí do seu lado, ela apanhou um lençol, limpou a porra das costas e checou o pau, ainda duro. Deu uma lambida curiosa e, por fim, colocou o pau esporrado todo na boca, me fazendo ver estrelas.
Depois, já abraçados, ela disse:
– Pensei que você ia me arrombar toda, seu tarado.
Estendi e mão e passei a mão na sua bunda, com força.
– Você tá gostando…
Ela não disse nada a princípio, depois colou a boca no meu ouvido.
– To sim.

Um comentário sobre “A que usava legging azul III

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s