A que usava legging azul


Era uma velha amiga e já tinha passado dos cinquenta, o que contradizia meu padrão habitual. Mas a oportunidade de realizar uma velha fantasia não podia ser desprezada. Essa fantasia derivava das nossas saudáveis caminhadas matinais, quando ela exibia sua bunda numa malha apertada que lhe rendia atenções ocasionais ao longo do trajeto dos motoristas mais atentos.
Já havíamos transado há alguns anos, mas a relação não havia progredido e nem ela manifestara nenhum desejo de ser possuída por trás. Será que isso me desanimara? Nem mesmo as caminhadas haviam sobrevivido. Enfim, parecia que aquela fantasia ficaria esquecida.
A solução, como de costume, veio com o álcool. Estávamos ambos estressados, com problemas profissionais, e nos encontramos num dia, na casa dela. O vinho começou a fazer efeito e começamos a rir de situações cômicas do passado.
– Tenho saudade das nossas caminhadas. Preciso de mais exercício – ela suspirou.
– É verdade. Aquilo sempre me deixava de bom humor.
– Por causa das endorfinas…
– Isso. E aquela malha azul – eu disse com ar sonhador, emborcando mais vinho.
– Malha azul?
Aquilo seria constrangedor, se não fosse o álcool no sangue.
– Qualé. Aquela calça legging que modelava sua bunda. Todo mundo olhava!
Ela balançou a cabeça um momento, insatisfeita, mas o vinho também fez efeito e acabou rindo.
– Ih, hoje nem faria tanto sucesso.
– Não dá pra esquecer sua bunda. Bati várias pensando nela.
Ela riu de novo, mas agora de nervoso.
– Alguém andou bebendo demais.
Era verdade, mas por que não seguir em frente?
– Você podia vestir. O que é que custa?
– Mas que maluquice! Tá na hora de você ir embora.
– Vou, mas põe a malha e finge que tá fazendoa alguma coisa na cozinha.
– O que isso tem a ver com caminhada?
– Hum… Não tenho tesão por sexo em local público.
Após outras argumentações absurdas e alguns goles de vinho ela finalmente concordou. Aquela conversa tinha me excitado, mas quando percebi que realmente ia acontecer a ereção ficou a meio caminho. Talvez fosse o vinho. Estava entretido naqueles pensamentos quando ela desceu as escadas e parou a meio caminho da cozinha. Usava a tal legging azul, mas com uma camisola curta em cima. Bom sinal.
– E agora?
Com o ar mais sério do mundo, levei-a até a cozinha e a postei de frente para a pia, afastando-me depois. Ela teve de rir.
– Pra que isso?
– Voltamos da caminhada e você está com sede, ou vai adiantar o almoço antes de tomar banho.
Ela ergueu o dedo, ameaçadora.
– Já tomei banho. Nem pense nisso.
Sim, havia engordado, mas a mística permanecia. O pau começou a endurecer de novo e, quando terminou de beber água, me aproximei e abracei-a por trás.
– Não foi isso que a gente combinou – ela disse, antes de nos beijarmos. Segurei primeiro os seios – eram pequenos, como se fossem de uma adolescente – e passei as mãos pela pele macia das costas, beijando sua nuca. O pau endurecia pressionado contra a bunda. Desci mais as mãos e passei as mãos pela calça, movimentando o pau como se fosse uma terceira mão. Ela apoiou as mãos na pia e abaixou a cabeça enquanto continuava a bolinação. Abaixei a calça e encaixei o pau no rego, fazendo movimentos ritmados, e aí ela levantou a cabeça.
– Nem pensar. Aí não. E só transo com camisinha!
– Tá bom, tá bom. Puta merda, tá bom de verdade.
Sabia que a transa não continuaria ali – ela só gostava de transar na cama. Mas, quando se virou e me viu de pau duro, ela fez uma coisa inesperada: ajoelhou e segurou o pau, como se estivesse indecisa, e depois chupou de leve. Por fim, enfiou na boca com vontade e cheguei a suspeitar que seu plano era me fazer gozar e, assim, preservar seu cu de possíveis ataques. Ao invés disso, suspeitei que tinha uma chance de alcançar meu objetivo. Fechei os olhos e, quando a movimentação parou, ela estava olhando para o pau.
– É grande demais…
Não é não, você vai ver, pensei. Puxei-a para cima e a coloquei na mesma posição na pia, abaixando a calça e tirando minha calça. Ante seus protestos, garanti que nada aconteceria, e estava sendo sincero. O que fiz foi colocar o pau entre suas pernas, apoiado na calça, e movimentá-lo ritmadamente, percebendo que a buceta estava bastante úmida, os pentelhos sedosos. Agarrei os seios com mais força e nos beijamos com muita saliva, enquanto o vai e vem prosseguia. Por fim, virei-a, me ajoelhei e meti a língua na buceta macia e quente, alternando com o clítoris. Embora seja do tipo silencioso, ela não aguentou e deu uns gemidos mais altos.
– Vamos pra cama.
Deixei a calça na cozinha, mas ela voltou a vestir a calça. Quando chegamos ao quarto, antes que fosse em busca da camisinha, segurei-a a voltei a bolinar sua bunda. Ela se soltou e apagou a luz, me estendendo a camisinha. Tudo muito prático, mas não pretendia seguir o programa. Tirei sua roupa e a deitei na cama, beijando-a meticulosamente da cabeça aos pés. Virei-a de costas e, sem aviso, mordi a nádega direita da bunda. 
– Que isso? Ficou maluco?
Ela se virou rapidamente e voltou a me chupar. Puxei-a para cima de mim e ficamos num 69 silencioso até que ela se retesou. Voltei a deitá-la de barriga para cima e chupei sua buceta novamente. Um dedo indiscreto penetrou seu cuzinho e ela protestou.
– Já falei que não!
– Pelo menos o dedinho…
Ela ficou desassosegada enquanto eu movimentava o dedo e trabalhava com a língua e outros dedos. Contorcia-se.
– Seu filho da puta!
Montei então em cima dela, já com a camisinha, e enfiei o pau sem mais delongas na buceta empapada.
– Caralho, que delícia de buceta.
– Assim tá bom, vai…
Fechou as pernas. Continuei metendo com vontade. Ela se retesava e ficava prestes a gozar, mas não gozava.
– Isso! Não para!
– Quer um pau grande e duro nessa buceta?
– Vai vai…
Por fim, parei e a coloquei de lado, aquela posição tão propícia. Segurando a bunda com força, fodi mais um pouco até que enfiei o dedo de novo no cuzinho.
– Tira, não quero isso!
– Só um pouquinho…
Mal ela se conformou com o dedo, o pau estava encostado, forçando a entrada no cuzinho. Ela respirava forte, mas ficou imóvel, o corpo meio de lado, enquanto eu procurava a melhor posição.
– Não quero, vai doer.
– Calma, relaxa. Quero você toda…
– Puta merda!
– Essa bunda vai ser só minha.
Ela enterrou a cabeça no travesseiro quando a cabeça do pau penetrou . Disse que já bastava, mas aí já era: o pau foi entrando, devagar, sem pressa, até que finalmente estava todo enterrado na sua bunda. Nem foi preciso socar: com uma ou duas metidas a porra jorrou num orgasmo que parecia interminável. Mas ainda não havia terminado. Tirei o pau e meti a língua de novo na buceta, trabalhando com os dedos também nos dois buracos, até que ela deu um gemido alto, estremecendo. Ainda deu uns espasmos enquanto continuava a chupar, até que afastou minha cabeça.
Nós nos abraçamos.
– Nem pense que vou te dar de novo.
– Dar o quê? A bunda? Pelo menos mais uma vez, vai.
– E por que?
Bem baixinho, disse no seu ouvido:
– Quero comer sua bunda sem camisinha e deixar seu cuzinho todo melado de porra.
Levei um tapa, sem muita convicção. Mas posso jurar que os olhos reviraram. O que posso dizer? A culpa devia ser do legging azul. 

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