A que quase viu uma brochada


Deveria estar tudo certo: o motel de luxo, a bebida na medida certa e ela, magnífica, uma daquelas mulheres pequenas de coxas grossas, bunda empinada e seios perfeitos, apontados firmemente para frente com auréolas escuras e largas. Era muito jovem, sexy e estava a fim. Mas, infelizmente, o encontro veio de surpresa e eu estava cansado. Não fazia um dia que tivera uma foda frenética, com uma morena que, embora não tivesse a metade daquela bunda, gostava de sexo anal. O que não era o caso daquela bela loura artificial que, além de tudo, caprichara numa bela lingerie preta que realçava suas formas opulentas.

Já tínhamos nos encontrado duas vezes. Na primeira vez até entendo sua recusa de me dar a bunda. Mas ela realmente não queria, o que ficou claro na segunda vez e me desestimulou de procura-la uma terceira vez. Porém, recusar um convite era outra coisa: eu estava de partida para o exterior e sabe-se lá quando teria outra oportunidade. O que me desanimou foi seu olhar quando estacionei o carro na garagem da suíte e já ia abrindo a porta.

– Amor, não quero aquilo não. Por favor.

Recusas categóricas eram uma coisa. Mas pedidos suplicantes… Aquela ereção alegrinha pré-motel esvaiu-se.

Daí o porquê de ela estar aplicadamente me chupando, ajoelhada, enquanto eu não exibia nada além de uma ereção meia-bomba, que nem de longe fazia jus ao seu corpo, à sua lingerie ou mesmo à sua boca, incluindo a língua.

Ela gostava de chupar. Fechava os olhos e percorria o pau com a língua, titilava a ponta, punha somente a ponta nos lábios e sugava. Não era de engolir o pau todo, mas podia ficar brincando durante horas. Não tinha tentado ainda, mas achava que ela gostaria de uma gozada na boca… o que seria maravilhoso depois de uma enterrada naquele rabo.

Enfim, ela abriu os olhos.

– Que foi, amor?

Claro que não ia contar a verdade.

– Muito trabalho, preparativos pra viagem… Sabe como é. Por que você não deita na cama?

Ela se estendeu na cama, espreguiçando-se, e tratei de tirar aquela lingerie. Primeiro um beijo bem molhado, as línguas se encontrando. Com a boca ainda molhada de saliva, fui direto para os seios, removendo o sutiã e me deliciando com aqueles auréolas enormes dos mamilos. Desci pelo umbigo, beijando os lados do corpo bronzeado – ela tinha marcas minúsculas de biquíni, e pelo jeito enlouquecia os marmanjos na praia. Contemplei e depois beijei a buceta através do tecido da calcinha preta. Depois de alguns beijos na parte interna das coxas que a fizeram se contorcer, tirei a calcinha. Ela tinha a buceta quase toda depilada e, não fosse a bunda tão convidativa, ela me bastaria. Era deliciosa de chupar e de meter de quatro, ainda que reclamasse de dor. Também era ótima quando ficava por cima. Bom, mas para tudo isso meu pau teria de ficar pronto para a ação.

As coxas e as pernas não eram depiladas. Algumas mulheres não suportam a dor e devem achar que são gostosas o bastante para que o homem suporte os pelos dourados. O que não deixa de ser verdade.

Quando ela estava com a buceta bem molhada, virei-a de costas e a visão da sua bunda erguida, com a leve penugem dourada, finalmente fez com que o pau se endurecesse. Tive de rir e, sem pensar, dei-lhe um tapa que a fez retesar.

– Ui, porra! Que é que deu em você?

Deitei em cima dela, encostando a boca perto do seu ouvido, ao mesmo tempo em que roçava o pau duro no seu rego.

– Quero essa bunda, é isso. Tá vendo?

Ela fez beicinho mas não se moveu, o que era um bom sinal.

– Amor, isso eu não dou, você sabe. Tava tão bom, quase gozei…

Pelo menos o pau estava duro. Coloquei-a de barriga para cima e enfiei direto na buceta, o que a fez dar um gritinho e reclamar. Era realmente uma delicia e fodemos gostoso por alguns minutos, com beijos e palavras de carinho. Depois coloquei o pau entre os seios, apertei e ela esticava a língua. Fodi mais um pouco em sua boca… E pronto, lá estava ele descaindo de novo.

Por fim, ela concordou em ser chupada enquanto eu enfiava o dedo cheio de gel no cuzinho. Ela tinha bebido mais, o que ia facilitando as coisas. Enquanto saboreava o suco da buceta empapada, relaxava e esquentava aquele buraquinho. Ela estava realmente com medo e nem gozava tanto a chupada. Enfiei outro dedo na buceta e enfim ela começou o seu show enquanto gozava.

– Puta que pariu, caralho, que gostoso. Isso, amor, no grelinho, no grelinho… Porra, vou gozar, merda!

Ela começou a protestar enquanto a virava de barriga para baixo e enfiava um travesseiro por baixo. A bunda ficou ainda mais empinada e o pau também. Como costuma acontecer, parecia ainda mais grosso e roxo, como se quisesse explodir a camisinha já lambuzada de gel.

– Se continuar nunca mais transo com você!

Ela já não podia mais se mexer, mas, se realmente quisesse, sairia debaixo de mim sem muita dificuldade. Enfiei mais um pouco o dedo e, em seguida, posicionei o pau.

– Mas que merda, me solta, vou gritar!

Tinha esquecido desse detalhe e cobri sua boca com a mão livre antes de meter a cabeça do caralho. Ela gritou, mas dava pra ver que era mais por vingança do que por dor.

– Agora já deu, relaxa.

– Filho da puta…

Agora não tinha mais pressa alguma e fui enfiando lentamente, tirando um pouco, enfiando de novo, até que meu caralho estava todo enterrado naquela bunda perfeita.

Era demais. Ergui-me um pouco e a puxei para cima, deixando-a de quatro. Segurei firme a bunda com as duas mãos e comecei a socar enquanto ela gemia e tentava deitar de novo. Mas antes disso gozei todo enterrado nela, como queria. Quanto caí ao lado dela, levei um tapa na cara.

– Nunca mais, viu? E me leva pra casa agora!

Estava furiosa. Eu teria de conferir a extensão daquela fúria depois que chegasse da viagem. Porque, sem dúvida, ia querer aquela bunda novamente.

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