A que gostava de sexo virtual


Ela demorou muito tempo pra responder e ele aguardou, ansioso. Afinal, apareceu na tela um simples ok.
– Não tem medo de aparecer na internet? – ele digitou.
– Ih, agora fiquei.
– Não tem perigo, mas usa uma máscara então.
– Máscara? Mas que máscara?
– Bom, qualquer uma que seja feminina. Batman não vale.


Terminou de fazer o download do arquivo, preparou o laptop pra exibi-lo em tela cheia e posicionou a camera do micro de mesa. Estava confortável, nu e reclinado no sofá, e de máscara – porque, afinal de contas, ele também poderia ir parar na internet. O arquivo começou a rodar. Ela apareceu, vestida com uma camisola branca e transparente que realçava seu corpo moreno. A máscara era de mulher gato. Estava ainda um pouco tímida, mas a garrafa de vinho aberta e o copo pela metade na mesinha em frente ao sofá deviam ter ajudado a quebrar a inibição.
Ela se acomodou nas almofadas, fechou os olhos e passou à ação, descobrindo e acariciando os seios fartos, que descaíam sensualmente naquela posição. Levantou-se um pouco para empiná-los e beliscou os mamilos, a princípio levemente, depois com mais força. Apertou-os com força, enquanto ele olhava impressionado – aquilo não doía? Mas, quando ela abriu os olhos e fitou a camera, percebeu que o efeito era excitante para ela. Com um movimento preguiçoso, puxou a camisola pelo cabelo, jogou-a para fora do campo de visão, as pernas fechadas.
Virou de costas para a camera, ainda deitada, e vislumbrei a bunda firme. Era um território proibido, conforme tinha avisado antes. Isso não a impediu de passar os dedos pelo rego e, afinal, dar um tapa, primeiro de leve, depois mais fortes, mas nada que deixasse marcas, felizmente. Ele desviou o olhar da camera para olhar o próprio pau, que endurecia gradativamente. Conferiu no monitor do micro de mesa se a camera captava.
Ela voltou a ficar de frente para a camera exibiu o contorno das coxas. Não tinha quadris largos, mas as coxas eram fortes e poderosas e emolduravam protetoramente o ventre chato abaixo de uma leve protuberância da barriga. A buceta estava quase toda depilada e o interior rosado surgiu quando ela abriu as pernas, sensualmente, usando os dedos para exibi-la. Fez a pose clássica de masturbação feminina, com os dedos no clítoris e a outra mão no seio. Começou a gemer e a olhar direto para a camera.
– Quer pra você, quer? – ela disse. Fez um biquinho. – Não vou te dar não…
Ele manuseava o pau endurecido. Notou que ela manuseava a buceta com força, pressionando o clítoris. Enfiou dois dedos, tirou e chupou os dedos. Mais biquinhos.
– To toda molhada!
Ele teve de rir.
– Porra, você é muito gostosa.
Ela tinha fechado os olhos e gemia, contorcendo-se. Ele também fechou os olhos, exibindo a punheta frenética para a camera. Ouviu um gritinho e abriu os olhos. Ela gozava, arqueada no sofá. Esquecida da camera por um momento, virou de costas, revelando novamente a bunda convidativa. Ele deixou correr e gozou num jato. A porra escorria pelo caralho e ele relaxou no sofá após parar de gravar. Ficou olhando enquanto ela se aninhava no sofá, dengosa e nua. Território proibido em sexo virtual? Mulheres…

Um comentário sobre “A que gostava de sexo virtual

  1. Nossaaaaaaa
    que deliciaaaaa
    que saudades de ler teus contos
    eles sempre me deixam super excitada
    quero maiss
    muito maiiiis
    =P

    bjinhos docinhos

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