A que deu (no) trabalho


A quatro mãos com Duda

(Bate-papo no MSN)

1º mês

Ela: – Oi

Eu: – Oi, blz? Tô atrasado mas o material segue amanhã. Foi por isso…

– Por isso o q?

– Por isso q te add.

Ela: – Ah, que bom, então.

2º mês

Eu: – E aí, como foi o aniversário?

Ela: – Deu tudo certo. Ela tava lindaaaaaaaa. Olha a foto.

– E ela gostou do presente?

– Adorou! Vc eh um doce, não precisava.

– Como não? Ela ta linda na foto. Puxou a mãe.

– rs, sei…

3º mês

Ela: – E ai, como vc esta?

Eu: – To indo.

– Essa virose é fogo. Se precisar de alguma coisa me avisa, tá?

– Se eu precisar você me ajuda mesmo?

– Com tooodo prazer.

– Oba.

4º mês

Eu: – Como vc ta bonita.

Ela: – Juraaaaaaa? Tah vendo, sou uma nova mulher.

– Não falei nada pq tinha muita gente.

– Mas q timidoooo.

– Vc e muito gata, sabia?

– É? Você acha mesmo?

– Sempre achei.

– Não faz assim, não.

5º mês

Eu: – Vai me perdoar?

Ela: – Oi, to ocupada.

– Por favor, me perdoaaaaaa.

– To ocupada. Eu sou casada, não pode me perguntar essas coisas.

– Tá, desculpa então.

6º mês

Eu: – Ontem foi ótimo. Fomos pro motel.

Ela: – Mas jah? Q afoita.

– Sou irresistível, fazer o q?

– Olha lah essas mulheres muito dadas.

– Vamos jantar hj.

– ihhhhh eh serio. Vai casar?

– Calma. Quem eu quero ja e casada.

7º mês

Eu: – Ontem fiquei pensando em vc com aquele vestido..

Ela: – Gostou?

– Muito. Acordei no meio da noite… bom, vc sabe.

– Ahhhhh, vai procurar aquela sua amiga.

– Não goza, é sério.

– Para com isso. Vc vem terça ou quarta?

– Quarta.

– Vou vestir uma calça.

– Ah nãoooooo.

– kkkkk Vou pensar no seu caso.

8º mês

Ela: – Valeu pelo almoço.

Eu: – Gosto da comida dali e o serviço e otimo.

– E la que leva suas namoradas?

– Ali e so pra pessoas especiais.

– kkkkkkk Seu bobo.

– Semana q vem vamos de novo?

– Só na semana q vem? Vou ficar com saudade.

9º mês

Eu: – Tudo bem?

Ela: – To meio esquisita, sei la.

– Quer conversar?

– ah naum sei. Vc vem qdo?

– Posso ir hj mas so no final da tarde.

– Então vem.

Foi uma longa espera, mas, no final da tarde, cheguei ao escritório. Fui entrando e passei pelas mesas vazias até a sala dela. Ela ergueu os olhos verdes do documento que estava examinando. Após cumprimentos formais, resolvemos a questão de trabalho em alguns minutos. Sentado na cadeira, eu a observava, mas ela fugia do meu olhar. Usava um vestido leve de verão, decotado, que deixava à mostra a curva dos seios.

– Então, tudo certo?

– Tudo, né?

– Que tal um chope?

– É. Não sei. Não posso demorar, sabe..

– Só um chopinho pra descontrair.

Levantamos ao mesmo tempo. Ela pegou a bolsa e a largou na mesma hora.

– Espera, tenho de fechar tudo.

Passou por mim e os cabelos loiros roçaram no meu braço. Foi para os fundos e a acompanhei. Havia uma pequena área de serviço com um janelão. Fiquei na porta. Ela fechou a janela cuidadosamente, olhando para os lados. Estava escurecendo. Ela se virou e ficou me olhando, com o rosto meio oculto pela penumbra. Afinal, ajeitou os cabelos.

– Se chover, molha tudo aqui.

– Melhor deixar fechado.

– Então… vamos.

Veio em minha direção, ainda sem me encarar, mas não me mexi. Ela parou na minha frente e, afinal, ergueu a vista. Ficamos nos encarando até que eu me aproximei, acariciei seus cabelos e comecei a beijá-la no rosto. Ela me empurrou.

– Ai, não faz isso!

Em seguida, abraçou-me forte e ficou com o rosto escondido, colada em mim. Pude sentir o perfume dos seus cabelos e as curvas das coxas me pressionando. Então, como se tomasse uma decisão, ela soltou-se, segurou meu rosto com as mãos e me beijou com a boca aberta. Era uma boca pequena e ávida e as línguas se encontraram. Comecei a percorrer seu corpo com as mãos,sentindo os seios pequenos e a curva atrevida da bunda por sobre o vestido.

Interrompemos o beijo e ela suspirou e gemeu baixinho enquanto eu beijava e mordia de leve seus ombros e pescoço. Voltou a me beijar com força e a mão direita desceu, procurando o pau. Sentiu o volume por cima da calça. Parou novamente o beijo e ficou de olhos fechados, a cabeça ligeiramente para trás. O que me fez ter certeza de que ela queria: um pau diferente na buceta. Apenas ser comida, nada mais.

Virei-a de costas e levei-a até um pequeno tanque da área. Ela colocou as mãos ali, ligeiramente inclinada, de costas para mim. Levantei seu vestido, expondo a calcinha branca, e acariciei a bunda, enfiando a mão por dentro para sentir a buceta. Estava depilada e pude sentir os pentelhos já úmidos. Com a outra mão nos seus quadris, fiz movimentos de vai e vem. Ela gemia baixinho e rebolava. Enfiei um dedo na buceta. Estava úmida e foi ficando ainda mais enquanto eu trabalhava com um, dois e três dedos, penetrando e percorrendo os grandes lábios. Ela gemeu mais alto e empinou a bunda ainda mais a bunda pequena, com marcas de biquíni.

Ela gemeu mais até que retirou a mão da buceta e se virou. Abaixou-se e abriu minha calça, puxou o zíper e retirou o pau já endurecido. Sopesou-o e fez uma punheta de leve, o que o fez endurecer de vez. Lambeu de leve, sentindo a cabeça, e então o meteu na boca quase todo, fazendo com que minha cabeça rodasse. Tive de gemer, por minha vez, durante a chupada.

– Puta merda!

Ela sorriu, olhou para cima e continuou com seus movimentos. O pau inchou cada vez mais na sua boca e pensei que ia acabar gozando antes da hora, até que ela parou.

– Cadê a camisinha, gato?

Tirei-a do bolso e ela colocou rapidamente. Depois se levantou, ficou de costas e empinou a bunda. Virou a cabeça para mim, sorrindo. Colei nela por trás e comecei a pincelar o pau na buceta e no rego da bunda.

– Isso, vai, adoro isso, faz mais – ela dizia com a cabeça jogada para trás, mexendo os cabelos.

Bati com o pau na sua bunda e ela riu. Posicionei então o pau na entrada da buceta e o movimentei sem enfiar.

– Gostoso…

– Quero essa buceta, vai me dar?

– Vou… Come!

Penetrei só a cabecinha entre os lábios da buceta. Ela enfiou a mão para trás e prosseguiu guiando o pau para cima e para baixo.

– Isso… Ai, porra, que bom isso.

Acariciei suas costas bronzeadas e passei a mão na sua bunda. Por fim, retirei sua mão e posicionei o pau. Meti todo de uma só vez, fazendo ela gritar.

– Devagar, amor!

Tinha uma buceta pequena, apertadinha, e não devia foder muito. Mesmo assim, dei estocadas enquanto ela abaixava a cabeça e gemia com o pau entrando e saindo. Meti o quanto quis, mas queria experimentar outra coisa. Tirei o pau, virei-a e beijei-a. Apertei os seios empinadinhos com as mãos, e depois com a boca. Ela abaixou e esfregou o pau neles. Levantei-a.

– Vem cá.

Havia uma poltrona grande na sala de espera que eu queria experimentar. Ela me acompanhou, curiosa. Sentei-me e a puxei para mim, de costas. Ela encaixou o pau com cuidado, mexendo lentamente, até que o pau ficou todo enterrado na buceta. Segurando-se nos braços da poltrona, ela fodia com gosto, com a cabeça para trás. Mexeu mais e mais forte, até que a senti as contrações da buceta e ela gemeu mais alto, sentando com força no pau. Quando acabaram as contrações, fiz com que ela sentasse na poltrona e abrisse as pernas. Beijei as coxas e depois a buceta, enfiando os dedos na buceta e também, com alguma resistência dela, no cuzinho.

– Ai, q delícia, amor! Aiiiiii, tá gostoooso assim, vai, vai..

Gozou novamente, contorcendo-se e gemendo. Quando a respiração normalizou, eu estava em pé diante dela e ela me olhou, lasciva. Ficou de joelhou e começou a chupar, decidida. Deixei que ela brincasse. Ela tirou a boca e ergueu os olhos.

– Goza na minha cara.

Segurei seus cabelos com uma das mãos e o pau com a outra. Comecei a foder em sua boca e o gozo veio em jatos no seu rosto. Ela recuou, mas então passou as mãos na porra e lambuzou o pau, que ainda escorria. Deu uma lambida de leve. Levantei-a.

– Sabe que essa transa levou nove meses pra rolar?

– Jura? Então nasceu com muita saúde…

3 comentários sobre “A que deu (no) trabalho

  1. Ai ai…. só de lembrar como foi delícia dá vontade de fazer tudo de novo.

    Tô toda orgulhosa aqui. rs..

    Parabéns Gatíssimo, vc conseguiu captar direitinho o clima.

    Adorei viu.

    Bjokas

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