A que bebeu demais


Ela podia não ser exatamente o meu tipo, mas eu tinha bebido bastante e estava na seca havia algum tempo. Aqueles seios com silicone me pareciam cada vez mais atraentes a cada dose. Para completar, ela exclamou em alto e bom som quando me viu olhando para outra mulher no bar onde acontecia a festinha:
– Pode esquecer que eu não vou te dar hoje!
… o que tornou todo o assunto uma questão de honra.
Fiquei em dúvida se estava em condições de dirigir e ela não facilitou as coisas. Assim que dei a partida, colocou a cabeça no meu colo e abriu o zíper. Concentrado na direção, demorei um pouco a reagir. Ela punhetou, deu tapinhas, lambeu a cabecinha e, afinal, ficou satisfeita com o resultado.
– Que pirocão, meu gato!
A voz estava rouca, meio indistinta. Devia estar muito bêbada.
Rumei para o motel mais próximo enquanto ela me chupava. Os cabelos loiros, pintados, caindo na altura dos ombros, subiam e desciam ritmadamente. Ela tirou o pau da boca e bateu com ele no próprio rosto, rindo.
– Mas que caralho!
– Peraí, assim não posso dirigir!
– Hum… que vontade de ser tua cachorra.
E caiu de boca novamente. Tive de parar o carro no acostamento quando ela levantou a saia e tentou sentar em cima de mim. De repente, lá estávamos fodendo como doidos. Levantei a camiseta e mordi os bicos durinhos e auréolas largas, marron-claras, dos seios redondos e rígidos. Com perícia, ela manteve a cabeça do pau nos lábios da buceta até ficar mais molhada e quente e então baixou os quadris e jogou a cabeça para trás.
– Ai, porra! Anda, mete, quero que entre tudo!
Segurei sua bunda. Ela recostou para trás, encostando no volante, o pau enfiado na buceta até o talo. Moveu-se um pouco e depois veio para frente, segurando minha cabeça e me beijando. Ela mordia minha língua e oferecia a dela. Afinal, ela se desvencilhou, ficou de joelhos no banco do carona. Segurou o pau com as duas mãos.
– Que delícia de caralho!
E novamente começou a chupar e a punhetar com perícia. Segurei-a pelos cabelos. Ela tirou o pau da boca, ofegante.
– Anda, quero leitinho quente agora.
– Então chupa, putinha.
E meteu a boca novamente. Ela deixou apenas a cabeça na boca, quase imóvel, enquanto eu gozava gemendo, a porra esguichando. Ela esperou acabar, ainda imóvel, depois deu uma lambidinha na cabeça e ergueu-se. Engoliu, passou a língua pelos lábios e se recostou no banco, acariciando a buceta. Retesou-se e gozou, tremendo. Ficamos ali até a respiração normalizar, aí liguei o carro e fui para o motel.
Chegando lá, ela tirou a roupa e, depois de uma chuveirada, foi direto para a hidro. Acomodei-me ali também e ficamos relaxados e bebendo. Ela acariciava os próprios seios e a buceta. Virou-se e exibiu a bunda para mim. Era pequena e redonda, e ela moveu-se sensualmente, exibindo a buceta e mexendo com ela. O pau mostrava sinais de vida novamente. Puxei-a para mim e ela sentou no pau de costas para mim. Mordi seu pescoço e os ombros.
– Que cachorra gostosa.
– É tudo teu, vai, come.
Saímos da banheira e coloquei-a de quatro. A buceta ainda estava molhada e ficava ainda melhor daquele jeito. Ela rebolou, pediu palmada na bunda e puxão de cabelos.
– Isso, me come, sou tua puta. Mete. Bate, vai. Mete com força esse pau gostoso!
– Assim? Assim, gostosa?
– Isso, vai, mais força, enfia essa pica na minha buceta!
Ficamos ali mais um tempo, depois desengatamos e fomos para a cama. Ela fez com que eu deitasse do lado contrário à cabeceira da cama, de costas, e se recostou nos travesseiros, de frente para mim. Abriu as pernas. Puxou minhas pernas e pegou o pau, esfregando-no no clitóris e nos lábios da buceta, como se fosse um vibrador. O pau escapava das mãos, endurecido e inchado, e ela batia com ele na buceta. Afinal, enfiou-o, ergueu os quadris e ficou se mexendo. Brincou com os próprios seios. Encostei a cabeça no colchão e fiquei de olhos fechados,enquanto sentia o pau sendo massageado.
– Ai, quero esse caralho duro pra mim!
Começou a mexer com força, dando estocadas. Ergui a cabeça . Ela se masturbava com a mão direita e com a outra beliscava os seios. Gemia e deu um gritinho quando gozou. Levantei então e coloquei o pau entre os seios, fazendo uma espanhola. De olhos fechados, ela ofegava, normalizando a respiração. Bati em seu rosto com o pau, enfiei-o na boca e fodi um pouco. Ela segurou minha bunda enquanto o pau entrava e saía.
– Agora vou comer sua bunda. Fica de lado.
Ela pareceu ficar lúcida de repente e me olhou suplicante.
– Ai, na bunda não.
– Não? Mas que cachorra é essa?
– Não gosto. Goza na boca, vai, mas agora não. Esse pau é bom demais. Peraí, tive uma idéia!
Saiu da cama e apanhou a bolsa. Apanhou um vibrador.
– Vem, quero os dois dentro de mim.
Ficou de quatro na beirada da cama. Meti o pau sem muita gentileza, acariciando a bunda. Ela foi ajeitando o vibrador. Sentia a vibração no pau e a buceta ficou apertada.
– Uiiiiiii que delíciaaaaaa!
Era maravilhoso. Apanhei então o vibrador e o posicionei no cuzinho. Ela não protestou e começou a arfar enquanto ia metendo. Ela começou a rebolar frenética e gritou ao gozar de novo. Larguei o vibrador e a pus de joelhos diante de mim.
– Hum, que pau gostoso!
Ela abocanhou, lambeu e chupou até que gozei de novo. Ela deixou a porra escorrer entre os seios, passou os dedos e lambeu. Tive de rir.
– Gosta de brincar de putinha, hein?
Ela se levantou.
– Éééééééé… Quando to bêbada e carente fico assim: doida por um pau duro.
Botei a mão entre suas pernas e acariciei sua buceta. Ela me beijou. Foi para o chuveiro de novo, mas antes de entrar voltou-se.
– E quero mais!
E foi para o chuveiro. Olhei para baixo. Será? Suspirei. Afinal, tinha sido um longo período de seca. Por via das dúvidas, era melhor telefonar e pedir mais bebida.

5 comentários sobre “A que bebeu demais

  1. Ola, vim devolver a visita que fez no meu blogger ^^ … desculpa a demora pra responder mas fiquei sem pc..

    Li o conto do começo ao fim, muito legal mesmo, que mulher loca😄 … fico feliz de nao beber, na verdade meu maior medo de beber e ficar bebada é ficar que nem ela, oh ceus…

    MAS, serio, imaginei ela tirando o vibrador da bolsa xDDDD .. e fiquei me perguntando que especie de mulher carrega um vibrador por ai …

  2. A visita atrasada aparece.
    Ando um pouco atarefada com algumas escritas
    e normalidades da vida. Mas sempre que posso
    apareço. Nossa escrita é um pouco diferenciada sim, embora eu tenho escrito apenas um ou dois contos próximos ao seu.
    Muito bom o seu trabalho e gostei bastante do final, bem real e com um tom de humor.
    Obrigada pela visita : ) Beijos!

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