A que era caprichosa


Fiquei assistindo-a entrar no apartamento e se dirigir direto para o som. Era um desfile louro, de média estatura, com uma pela bronzeada, com marquinhas nos lugares certos, coberta com um vestido curto e estampado. Ela pegou um cd e ficou ouvindo de olhos fechados, balançando o corpo e mexendo nos cabelos finos e lisos.

– Eu bem tomava aquele seu uísque maravilhoso…

Ela recebeu o copo, olhou-me sorrindo com os olhos castanhos e travessos e bebeu.

– Não devia misturar, né?

– Não, mas já vi que você agüenta, querida.

Ela fez um carinho no meu rosto.

– Desculpe não ter ido pro motel…

– E quem disse que não foi? Isso é a suíte presidencial. Você bebeu tanto, gatinha, que nem notou a gente entrando.

– Seu bobo! Sabe, ainda to com aquele babaca na cabeça…

Sentou no sofá e cruzou as pernas. Os pelos dourados da coxa refletiam a luz e passei a mão por eles enquanto sentava ao seu lado.

– É?

– Poxa, durou tanto tempo… Não sei o que vi naquele cara.

– Bom, sei o que ele viu em você.

Ela fez beicinho.

– Ah, será que era só isso? Acho que ele realmente gosta de mim. Mas às vezes fica tão puto que até já me bateu!

– Jura? Mas que escroto.

– E sou uma ótima namorada, faço tudo o que ele quer. Nossa, que mão gostosa… Põe mais gelo?

Voltei com mais gelo e uísque. Ela estava recostada no canto do sofá, ainda mexendo com uma mecha do cabelo. Os belos seios sobressaíam por baixo do vestido. Emborcou decidida o uísque.

– Você não gosta dele, não é?

– De quem?

Ela apontou o dedo pra mim.

– Você sabe! Dele. Do babaca.

– Mas que besteira.

Reclinei-me sobre ela e a beijei. Depois fui descendo pelo colo até descobrir um dos seios. Eram eretos, com mamilos rosados e pontudos.

– Mas que safadinho…

Ela acariciou meus cabelos.

– Morde.

Obedeci.

– Mais forte, aqui.

Mordi o delicioso mamilo e ela se retesou um pouco. Continuei mordendo com força e ela suspirou, gemeu e por fim me afastou.

– Bom isso…

Fez com que eu me recostasse no sofá e abriu o zíper da calça. Ajoelhou-se e tirou o pau ainda amolecido e começou a manuseá-lo com as duas mãos, concentrada, com os cabelos caindo nos olhos. As mãos eram pequenas e macias. Ela olhava, sonhadora,e quando o pau ficou duro começou a lambê-lo lentamente, do talo até a cabecinha, como deve ser. De vez em quando abocanhava a cabeça e a acariciava com a língua, para logo depois recomeçar com as lambidas. Depois voltou a punhetar devagar, explorando as bolas com a outra mão. De repente, parou e se levantou.

– Tá quente aqui, não?

Pensei que ia tirar a roupa, mas ao invés disso caminhou sossegada até a cozinha. Voltou com o balde de gelo.

– Viu, já sei onde você guarda as coisas. To íntima.

Abandonado, o pau descaíra. Esquecida dele, ela botou um cubo de gelo na boca e ficou saboreando, sentada ao meu lado. Depois me beijou e ficamos brincando de passar o gelo para a boca um do outro. Aproveitei para passar a mão na sua bunda redonda e rija por baixo da calcinha. Mas ela afastou a mão e tirou minha camisa, colocando um cubo de gelo no meu peito. Ficou vendo-o deslizar até o umbigo e repetiu a operação. Aproveitei a brincadeira para tirar a camisa e, logo a seguir, a calça. Ela deslizou as mãos nas minhas coxas. Quando fiz menção de tirar seu vestido, olhou para mim com os belos olhos castanhos.

– Acho que ainda to com fome, sabia?

– Sim, to vendo.

Levantei e a coloquei de joelhos na minha frente. Sem muita cerimônia, botei o pau na sua boca. Ela nem protestou e recomeçou com as lambidas. Acariciava a minha bunda com as mãos enquanto ia chupando e abocanhando o pau com perícia. Passava a língua do talo até a cabeça e depois abocanhava, fazendo com que sobressaísse nas bochechas. Colocou as mãos no talo e começou a foder com a boca, com entusiasmo, como se o pau fosse saciar sua fome. Estava duríssimo, inchado, pronto para gozar. Aí ela parou de novo.

– De repente alguma coisa doce… Tem doce de leite?

– Não!

– Brigadeiro? Daqueles de lata?

– Não, não.

– Nem leite condensado?

Olhei para baixo, para o rostinho lindo e perfeito que me fitava com o pau latejando em frente.

– Tenho chantilly. Serve?

– Que delícia! Adoro chantilly.

Fui para a cozinha com o pau balançando. Quando retornei com o chantilly, tirei o vestido e a calcinha dela sem muita cerimônia. Ela se espreguiçava, exibindo o corpo perfeito e bronzeado. Encostou-se em mim, de costas, e rebolou a bunda sensualmente, fazendo poses. Depois, novamente ajoelhada, espalhou o chantilly em cima do pau e lambeu todo o creme. Passou um pouco na mão e deslizou por baixo do pau, como se fosse um lubrificante. Tudo isso combinado a fodas com a boca e punhetadas suaves, de baixo para cima.

Comecei a puxá-la para cima para jogá-la no sofá, mas ela afastou meu braço e continuou, deixando o chantilly de lado. Estava toda concentrada no pau, com as duas mãos movimentando-se e a boca e a língua trabalhando na cabeça. Percebi o que ia acontecer e tentei agarrá-la pelos cabelos para gozar na sua boca, mas ela foi mais rápida e recuou, cobrindo a cabeça do pau com uma das mãos. A porra começou a lambuzar suas mãos enquanto eu gemia alguns palavrões e ela espalhava o líquido quente ao longo do pau, mantendo distância.

Quando terminei de gozar, ela observou se ainda escorria alguma porra. Depois, sem aviso, enfiou o pau na boca. Era quase uma nova gozada, uma sensação tão intensa que quase gritei. Ela lambeu e chupou até que o pau ficou completamente limpo, reluzente. Depois levantou, linda e nua, beliscando minha bochecha.

– Gostoso!

Fez alguns carinhos e depois disse que tinha de ir para casa. Não quis que a levasse. Será que ia correndo reatar e dar pro ex? Bem possível. A vida tem desses caprichos.

6 comentários sobre “A que era caprichosa

  1. Huum pode deixar que eu vou deixar algumas sugestões. Hehehehehehe
    Aii tomara que esse anjo que apareceu me leve ao céu, to precisando viu. ;P
    Bejos

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