A que era romântica


No momento do reveillon tínhamos trocado um longo beijo e permanecemos juntos durante a festa que se seguiu. Mas havia um problema: ela iria embora logo cedo e não havia local disponível na casa. Mais e mais beijos se seguiram – os lábios dela eram grandes e generosos e ela sabia o que fazer com eles. A festa foi se esvaziando e quem tinha quartos disponíveis retirava-se.

Ela era uma bela coroa, de baixa estatura e cabelos castanhos e fartos e um corpo cheio que me agradava. Seria uma pena deixá-la ir sem conhecê-la melhor. Os belos olhos castanhos me olhavam entre os beijos e dissemos um ao outro como sentiríamos saudade e como nos veríamos de novo.

– Esse lugar é muito bonito para ficarmos aqui dentro. Vamos passear.

Levantei-me e a puxei pela mão. Ela ficou indecisa.

– Precisava avisar minha amiga…

Eu tinha visto a amiga subir com o namorado e imaginava a cena que se seguiria, mas fiz que não sabia de nada. Como previa, ela desceu com o rosto escarlate.

– Mas que coisa!

– Coisas do reveillon. Vem, vamos andar pela praia.

Saímos de mãos dadas. Estávamos num recanto belíssimo, uma enseada de águas calmas e transparentes,enfeitada a intervalos regulares por ancoradouros rústicos de madeira e pequenos barcos. A lua subia no céu e, à medida que nos afastávamos da casa, era possível ver sua luz prateada cobrir a paisagem. As casas eram espaçadas e simples e havia apenas um caminho de terra, com um muro baixo de pedra, ao longo da orla. Além de um ou outro casal, o local estava deserto àquela hora da madrugada.

Parei num local deserto e ficamos admirando a lua. Segurei seu rosto, acariciei seus cabelos e beijei todo seu rosto. Por fim, beijei-a nos lábios, com força crescente, enquanto pressionava seu corpo junto a mim. Ela resistiu por alguns segundos e então pude sentir suas coxas. Pressionei para que ela sentisse meu pau endurecendo. Soltei-a então e beijei de leve seu pescoço e os ombros.

– Nossa, calma, querido…

– Difícil, mas vou tentar.

– Sem pressa…

– Preciso de um pouco de água fria então.

Ela me olhou surpresa. Continuei:

– Me acompanha?

Tirei a camiseta e o calção e fiquei apenas de sunga. Fiquei de costas para que ela não visse o volume. Fui andando para a água e a puxei. Ela riu, nervosa.

– Que doido! Não vou entrar aí!

– A água está ótima,vem.

– Não, não, vamos voltar.

– Você tá de biquini, não?

– Sim, mas…

Voltei, abracei-a e a beijei de novo, fazendo com que ela sentisse de forma clara como estava excitado. Ajudei-a a tirar a camiseta e a canga. Tinha coxas grossas e a bunda já não era de uma garotinha, mas o conjunto era sensual. Ela experimentou cautelosa a água.

– Ui, tá gelada!

– Nada, você acostuma.

Peguei-a no colo, de surpresa. Ela abafou um gritinho. Fui carregando-a para o fundo, ao longo de um dos ancoradouros. Quando a água alcançou minha barriga, coloquei-a gentilmente de pé. Ela protestou por conta da água e a abracei. Ficamos abraçados, em mais um longo beijo, e ela foi relaxando. Deslizei a mão para baixo e pressionei suas coxas contra o pau endurecido. Ela suspirou. Abaixei mais ainda a mão e apertei sua bunda, acariciando com gosto por baixo d´água.

– Calma, apressado…

– É você que me deixa assim.

– Tira a mão, tira.

Obedeci. Beijei seu pescoço e o colo, enquanto ela acariciava minha cabeça. Beijei de leve os mamilos sobressaindo do biquíni, e de novo ela me interrompeu. Ficou de costas para mim, observando a lua, que traçava um caminho luminoso na água. Abracei-a e o contato da bunda com o pau fez com que ele endurecesse de vez. Pressionei de leve e ela aceitou, fazendo um meneio suave. Era uma delícia, mas o pau não cabia mais na sunga sem dor. Tive libertá-lo, mas quando ela sentiu afastou-se na hora.

– Vamos voltar, por favor.

Com um sorriso conformado, coloquei o pau dentro da sunga, peguei na sua mão e viemos andando pela água. Já próximo à margem, observei que um casal vinha em nossa direção. Pela roupa, sabia que era a amiga. Pensei rápido e vi que abaixo do ancoradouro havia um local ideal para se esconder.

– Espere um instante, deixa eu ver uma coisa aqui.

Abaixei a cabeça e inspecionei abaixo do ancoradouro. Do outro lado, mais à frente, dois botes balançavam no ritmo das ondas. Esgueirei-me e sentei na areia molhada. Ela me seguiu, curiosa.

– O que foi?

– Achei um cantinho pra nós.

– O quê? Com esse cheiro? Ficou maluco?

– Ah, senta aqui um pouquinho, é diferente.

Ela obedeceu e beijei-a com mais intensidade, passando as mãos pelo seu corpo. Ela resistia, mas consegui deitá-la na água rasa. Apertei os seios e ela se rebelou, querendo levantar-se. Nesse momento soaram passos em cima do ancoradouro.

Deita aqui – comandou uma voz bêbada, a do namorado da amiga. Quando percebeu, ela ficou imóvel, retesada.

Aqui? Não ia ser lá no barquinho?

Muito pequeno. Espera, antes me chupa.

Dá ele aqui, vai.

Os sons que se seguiram eram inconfundíveis. Com vontade de rir, observei-a e ela olhava a madeira do piso do ancoradouro com olhos arregalados, sem coragem de se mexer. Aproveitei para mover o biquíni e descobrir o mamilo direito, acariciando-o com a língua. Ela tentou me afastar, mas segurei suas mãos. O mamilo endureceu rapidamente e comecei a mordê-lo. Ela colocou o dedão entre os dentes, fazendo gestos frenéticos para que eu parasse. Ao invés disso, fui para o outro mamilo e dei mais mordidas. Depois desci pelo seu corpo e, numa luta rápida e silenciosa, retirei a parte de baixo do biquíni e lambi sua buceta. Estava pouco depilada, salgada e sedosa. Ela tentava tirar a mão enquanto o casal em cima começava a foda propriamente dita, com muitos gemidos. Afastei de vez suas coxas e montei em cima dela, pronto para penetrá-la. Ela fazia que não e, com gestos, prometia que ia gritar. Em resposta, coloquei o pau sobre a buceta e fiz movimentos suaves. Ela revirou os olhos. Introduzi de leve a cabeça, tirei e fiquei naquele joguinho, enquanto acima a mulher pedia mais. Ela ainda resistia, comprimindo as coxas e tentando me afastar com o braço. Mas a água e a areia limitavam seus movimentos e, quando parou para respirar, meti até o fundo.

Que caralho gostoso, amor! – dizia a amiga, em cima, enquanto ela relaxava, com a mão na boca e os olhos fechados.

Estava sem camisinha e, ainda que ela provavelmente já tivesse passado da menopausa, não queria deixá-la preocupada. Tirei e sussurrei baixinho no seu ouvido o motivo. Comecei então a chupar sua buceta, enfiando dois dedos e manipulando o interior até que ela estremeceu dos pés à cabeça. Continuei e ela gozou de novo, sempre silenciosa. Acima, o casal terminava a rapidinha. Ela se sentou e ficou atenta enquanto os passos se afastavam do ancoradouro. Por fim, me olhou.

– Por que não deita, querido?

Obedeci. Ela segurou o pau e bateu uma punheta lenta, depois aproximou a língua, lambeu como se fosse um sorvete e depois o colocou na boca. Movia para dentro e quase para fora, enquanto acariciava as bolas. Manteve apenas a cabeça na boca enquanto fazia carícias com a língua. Meteu quase todo na boca e depois fez movimentos rápidos. Os cabelos castanhos ocultavam seu rosto. Fui me controlando até que resolvi relaxar. Ela ficou firme enquanto a porra esguichava dentro da boca. Ainda deu uma última lambida antes de cuspir a porra fora e limpar os lábios com a mão. Deitou a cabeça na minha barriga.

Entreabri os olhos e vi que o luar ainda iluminava as ondas suaves que batiam contra as vigas do ancoradouro. Acariciei os seus cabelos. Nada como uma coroa romântica para começar bem o ano.

Um comentário sobre “A que era romântica

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s