A que reclamava mas dava II – Como tudo começou


Entramos no apartamento e ela foi largando a bolsa e me encarando.

– De uma vez por todas: ele não passou a mão na minha bunda!

– Foi sonho, então? Delírio? Quem é o cara?

– Ninguém! Olha, me deixa em paz. Por que não vai pra casa?

Saíamos há um mês apenas. Logo percebi que o relacionamento tinha como principal objetivo fazer ciúme ao ex-noivo, um sujeito bem situado mas indeciso. Como meu principal objetivo era sexo, isso tinha pouca importância. Mas, em plena festa, ela levar uma passada de mão na bunda, dar-lhe um tapinha na mão boba e sorrir de volta não fazia parte do acordo. Quando fui tirar satisfações, ela me arrastou para fora da festa, provavelmente desapontada pela ausência do ex.

– Vou com prazer, mas quero saber que porra é essa. Era outro ex?

Ela passou a mão nos cabelos loiros, cansada, e foi caminhando até a cozinha.

– Mas que pentelho! O cara só esbarrou em mim.

Pegou uma bebida isotônica e bebeu. Continuei encarando-a.

– Tá, tá, tive um rolo com aquele cara faz tempos, foi coisa rápida.

– Deve ter sido bom pra ele encontrar você nas festas e passar a mão na sua bunda.

Ela riu e fez um muxoxo.

– Amor, ninguém me esquece…

Beijei-a e um pouco do isotônico desceu pela minha garganta. Desci as mãos até a bunda redonda e perfeita e apertei. Abri os olhos e pude ver que ela estava revirando os dela. Maldisse a mim mesmo mentalmente. Então era isso: as constantes recusas eram apenas teatro.

– Deu a bunda pra ele, não foi?

Ela se afastou.

– De jeito nenhum! Ai, gatinho, não começa com esse papo. To cansada, vou tomar um banho e dormir.

Colocou a garrafa na minha mão e saiu da cozinha. Bebi o resto, sorrindo. Pensando bem, se fosse mulher e tivesse aquele corpo, também não sairia por aí proclamando minhas preferências. Fiquei um tempo naqueles pensamentos solidários até que voltei a ser eu mesmo e fui para o banheiro.

Ela já estava no banho, dentro do box. Tirei a roupa e movi a porta deslizante. Ela me olhou com desprezo.

– Ué, não foi embora?

– Claro que não. Todo mundo passou a mão em você, menos eu.

Ela me deu um tapa.

– Todo mundo é o cacete!

Segurei suas mãos, ergui-as e a encostei de costas na parede, beijando-a. Ela tinha uma boca pequena, mas beijava furiosamente quando estava com tesão. Afastei-me.

– Desculpe, todo mundo não então.

Ela me olhou dengosa. Peguei o sabonete. Ensaboei-a devagar, circulando os seios fartos. As auréolas marrom-claro, grandes e excitantes, ficaram cobertas de espuma. Passei a língua de leve nos bicos antes de cobri-los também com espuma. Desci ao longo do tronco, deixando-a bem ensaboada. Lavei a buceta com carinho e ela posicionou o chuveirinho em cima, contorcendo-se de leve. As pernas foram ensaboadas e ergui um pé após o outro. Ela tinha pés pequenos e delicados e sentia cócegas. Virei-a e passei sabonete em suas costas. Introduzi de leve no cuzinho o dedo ensaboado. Ela retesou-se.

– Aí não, amor!

– To só lavando.

Deixei o cuzinho bem ensaboado e a virei de frente, colocando-a sob a água do chuveiro. Passei a língua nos seios e senti os bicos endurecendo. Depois me abaixei e ela gemeu mais alto enquanto a língua subia e descia e os dedos moviam-se pelo interior da buceta. Ela se mexeu para ficar embaixo do chuveiro e a água escorria enquanto a chupava. Esperei até que ficasse úmida e com a outra mão voltei a enfiar o dedo no seu cu. Ela ficou rígida, mas gemeu e mexeu a bunda antes de protestar.

– Pára, amor! Já falei que não quero!

– Nem o dedinho?

– Tá bom, só o dedo. Me chupa, vai.

Fiz movimentos circulares com o dedo enquanto ela relaxava cada vez mais e gemia, segurando minha cabeça para que lambesse o clitóris. Enfiei a língua na buceta e pude senti-la tremer, cada vez mais molhada e sedosa, enquanto eu metia todo o dedo. Não podia esquecer de como aquela bucetinha era deliciosa. Fiquei de pé e ergui sua perna esquerda. Ela se encostou na parede. O pau entrou todo e fizemos movimentos lentos e simultâneos. Afinal, o pau escapou e ela prontamente abaixou-se e segurou-o, batendo uma punheta lenta e firme ao mesmo tempo em que ia dando rápidas lambidas na cabeça.

Deixei que ela brincasse um pouco e depois segurei seus cabelos para uma foda na boca. Ela adorava aquilo e gemia enquanto o pau entrava e saía com força, ficando cada vez mais endurecido e inchado. Peguei a camisinha e ela colocou-a. Levantei-a e a posicionei de costas para mim, com as mãos na parede.Ela empinou a bunda, esperando a foda por trás na buceta. Meti e tirei o pau de leve da buceta, sentindo os pelos e a maciez dos grandes lábios.

– Ai, amor, que gostoso, mete!

Afastei o cabelo do seu ouvido e falei baixinho:

– Vou querer essa bundinha…

– Não, amor, mete na bucetinha que é sua.

– Mas eu quero tudo, meu tesão.

Enfiei o pau todo com força. Ela deu um gritinho. Fiquei com o pau todo metido na buceta, sentindo o prazer. Que mulher! Tirei quase tudo e meti novamente e repeti, dando estocadas que faziam sua bunda tremer. Ela rebolava, gemia e pedia para eu meter com força.

– Isso, amor, não pára! Que gostosoo!

Antes de gozar, tirei o pau e o esfreguei no rego da bunda. Passei a mão com força pelas nádegas carnudas. Ela percebeu e tentou mudar de posição, mas a pressionei contra a parede.

– Ai, que porra, amor, não faz, tá tão bom!

– Vai ficar melhor, gostosa.

Enquanto a mantinha contra a parede, ensaboei novamente a entrada do cuzinho.

– Amor, EU NÃO QUERO! Pára com isso, porra, caralho!

– Deixe de ser má, só a cabecinha.

– Não, merda! Com esse pau não!

Afastei suas pernas. Ela enrijeceu a bunda. Puxei seus cabelos e ela gritou de novo.

– Relaxa a bundinha, vai.

– To com medo, amor! Não dou assim há muito tempo, vai doer!

Enfiei o polegar no cuzinho ensaboado. Ela relaxou a bunda e começou a arfar.

– Não, amor, pára…

– É só um pouquinho. Dá pra mim,dá.

– Então vai devagar. Se eu pedir você tira?

– Claro, minha gostosa.

Segurei suas mãos acima da cabeça, contra a parede, e apreciei a bela visão daquela bunda arrebitada. Ela continuava arfando, a cabeça abaixada e o corpo tenso. Dei-lhe uma palmada na bunda, duas.

– Ui!

Posicionei o pau, já sem a camisinha.. Ela abaixou uma das mãos e o segurou. Deixei que ela posicionasse a cabeça contra o cuzinho. Comecei a forçar. Ela enrijeceu-se.

– Ai, não, não vai, tá grande!

Num gesto rápido, afastei sua mão e a juntei à outra, acima de sua cabeça. Com a outra, enfiei o dedão no cuzinho e o alarguei.

– Ai, não, já falei que não quero.

A cabeça entrou e ela gritou alto.

– AI, PORRA!

Fez que ia se debater, mas na verdade rebolava a bunda. Puxei seus cabelos enquanto ia metendo e ela gemendo alto. Parei no meio do caminho e cheguei perto do seu ouvido.

– Que bunda gostosa, meu tesão.

– Ai, amor!

Soltei suas mãos e os cabelos. Coloquei as mãos nos seus quadris e ela começou a mexer junto. Acariciei os seios. Os bicos estavam intumescidos e inchados. Desci até a buceta e ela apertou minha mão, pressionando.

– Vou deixar essa bunda toda melada.

– Goza agora não, mete mais, mete.

Enfiei até o talo. Devagar, fui tirando e colocando. Ela jogava a cabeça para trás, balançando os cabelos, enquanto gemia alto, sem parar. Dei mais umas palmadas.

– Gosta de uma foda na bunda, não gosta, minha putinha?

– Adoro, amor! Fode, vai, fode!

Comecei a socar o pau com força. Depois tirei e coloquei de novo e ela moveu a bunda para trás. Deixei que ela rebolasse enquanto ficava imóvel, sentindo o pau sendo massageado. Segurei os seios com força. Voltei aos quadris e fodi com vontade. Ela deu um longo gemido, com a mão movimentando-se rápida sobre a buceta. Senti o pau sendo apertado mais ainda e enfiei tudo para gozar, puxando seus cabelos. Quando acabou, fui deslizando pelo box e fiquei sentado. Ela sentou-se junto e ficamos aninhados, enquanto a água caía. Ela ergueu o dedo para mim.

– Amor, aproveitou bem? Não vai ter nunca mais, viu?

– Tá, mas vou passar a mão na sua bunda em público.

– Ah, isso pode.

2 comentários sobre “A que reclamava mas dava II – Como tudo começou

  1. nosssaaaaaa
    primeira vez q vim aqui e fiquei suuuuper excitada🙂
    eu sempre tive vontade de provar e ver como eh fazer anal
    mas me falta coragem
    deve doer paaaakas
    rs rs rs
    ahhhh
    volte sempre

    bjinhos docinhos

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