A que era pidona


Viagem de férias com um grupo grande, 15 pessoas. Colegas de trabalhos e agregados. Alugamos uma casa enorme na beira da praia e embarcamos em vários carros, uma zona. Eu voltava da primeira noitada, já com o dia amanhecendo, sozinho. Havia sido uma noite curiosa. Durante o trajeto tinha prestado atenção a uma garota morena, parente de um dos colegas. Parecia alegre e bem disposta, algo travessa. E durante a noite tinha deixado isso claro ao se deixar pegar por um surfista local.

Apesar de também me considerar alegre, bem disposto e travesso, minhas tentativas com as amigas dela que estavam sozinhas tinham sido inúteis. Todas fugiram dando risadinhas. Alguns beijos com outras turistas, mas nada excitante – a maioria por causa de apostas do grupo de amigos. E, por fim, a garota morena tinha ido embora com o grupo de amigas. Antes de sair, porém, olhou para trás diretamente nos meus olhos e fez… bom, fez uma carinha. Mas era minha vez na roda de apostas e o alvo era uma bela loura disputada por todos. Já tinha bebido bastante e meio que esqueci – afinal, o surfista…

Entramos na casa e cada um foi para seu quarto. O meu era compartilhado mas, quando entrei, o cara não estava lá – em compensação, a garota dormia placidamente na minha cama. Fiquei olhando a cena. Estava calor e ela usava uma camisola branca e fina, que sustentava o busto cheio. A calcinha preta modelava uma bunda pequena. Ela tinha belas pernas. O que fazer? Tranquei a porta.

Deitei-me ao lado dela, sem encostar, e acariciei seus cabelos. Eram castanhos, longos e macios. Cheguei bem perto e toquei de leve nos ombros dela, que resmungou e não acordou. Balancei-a de leve. Ela abriu os olhos e a expressão de espanto não durou dois segundos. Sorriu, preguiçosa, os olhos sonolentos.

– Ai que susto. O que você tá fazendo no meu quarto, hein, seu moço?

– Olha… Na verdade você é que tá no meu.

Ela soergueu o tronco, olhando em volta, e me olhou com os olhos muito abertos.

– Jura? Acho que eu tava tão bêbada que nem notei. Desculpa, tá?

E deu aquela olhada de novo, de cima para baixo, com os cabelos caindo nos ombros e os seios entrevistos na camisola. Meu pau, que vinha subindo com aquele perfume de mulher dormindo, endureceu de vez.

– Não tem problema. Fui olhar no seu quarto antes de acordar e lá tá cheio, acho que tem uns dois casais.

– É? Puxa, onde eu durmo então?

– Dorme nada, conversa comigo. To sem sono.

Ela sorriu e deitou de novo, passando a mão nos cabelos.

– Tá tarde… A gente tem que aproveitar a praia.

– É,daqui a pouco já tem sol. Fiquei olhando pra você na festa. Você é linda.

Ela riu. – Ah, que nada, sou tão comum.

– Tava com ciúme daquele cara. E inveja.

– Inveja? Inveja por quê?

– Ele te beijou e eu não.

Ela recuou um pouco, tímida, e eu avancei e a beijei. Ela nem resistiu. Veio com tudo, me babando – muitas mulheres confundem beijo apaixonado com babação, mas não era hora de reclamar. Abracei-a e comecei a sentir seu corpo, depois coloquei a mão entre as pernas para acariciar a buceta por cima da calcinha. Estava toda depilada, o que só aumentou o tesão. Ainda beijando, ela começou com gemidos lá do fundo da garganta. Fui beijando o pescoço e os ombros e enfiei os dedos por baixo da calcinha.

– Ui.

Era uma buceta grande e sedosa. Ela ronronava e acariciava meus cabelos e me levou para os seios, que tinham uns bicos castanhos e lindos, pequenos e bem proporcionados. Afinal, fui descendo, dei um beijo no umbigo e tirei sua calcinha.

– Mas que bucetinha linda. Dá ela aqui, vem.

Ela se ajeitou e acariciei e levantei as coxas macias. Fui beijando e chupando a buceta. Era uma bucetinha daquelas inchadas, fresca e com um cheiro enlouquecedor. Ela gemia e arfava sem parar e aqueles gemidos iam direto no pau. Ela tremeu de leve, mas muito rápido, e deu uma arfada mais forte.

– Que gostoso, amor, dei uma gozadinha.

Continuei mais um pouco e tirei a boca. Ela pegou a deixa na hora:

– Me dá esse pau aqui.

Fiquei em pé ao lado da cama e ela abocanhou o pau com firmeza, indo e voltando e punhetando ao mesmo tempo. E fazia hum, hum, hummmm sem parar. Há tempos não assistia a tanto prazer num boquete.

– Chupa, gostosa, chupa.

Titilou a pontinha com a língua e voltou a abocanhar com rapidez. Quando ela tirou a boca, eu a levantei.

– Vem cá agora.

Puxei-a para junto de mim e rocei a buceta depilada e molhada com o pau, mas sem meter. Nos beijamos e ela me afastou com carinho.

– Tem uma coisa aqui pra você.

Num gesto rápido, pegou a camisinha na bolsa sem precisar procurar. Mas que danada. Colocou a camisinha com cuidado e deu um beijinho no final. Afinal, levantou o rosto e me deu aquela olhada de novo. Aquela olhada pidona.

– Vira – eu disse na hora.

Ela ficou de quatro, dengosa, e ainda abriu um pouco da buceta com as mãos. A bunda sobressaiu e a racha da buceta era perfeita daquele ângulo. Meti um pouco a cabecinha e ainda ia demorar um pouco, mas ela voltou a cabeça de novo, me olhou nos olhos e enfiei tudo devagar. Ela voltou à posição arqueada enquanto eu ia e voltava, sentindo o calor da buceta em torno do pau, e começou a gemer de novo. Ai, ui, aia, uiiiiii. Era uma sinfonia perfeita de foda, mas estava me deixando maluco. Dei-lhe uns tapas na bunda.

– Isso, mete gostoso – ela pediu.

E voltou a gemer sem parar, com um ai mais forte a cada tapa na bunda. Agarrei seus cabelos e os gemidos ficaram mais longos. Comecei a socar forte na buceta, sentindo a maciez da bunda a cada batida. Ela gemia sem parar e deu a tremidinha de novo, que senti no pau. Antes que eu gozasse, tirei e coloquei-a deitada de costas, com as pernas abertas e levantadas. Voltei a meter com força e os gemidos ficaram ainda mais intensos, arfantes. Eu também gemia. Era uma delícia deitar em cima dela. Mordi seu pescoço.

– Agora de ladinho.

Botei-a de lado e meti na hora. Ela acariciava a buceta e mexia nos seios.

– Ai que delícia, amor.

– Você é uma gostosa, porra.

– Mete assim, mete. Ai, ai, ai, faz com força, amor!

Mas eu diminuí o ritmo e passei a mão naquela bundinha. Era demais para uma primeira transa, eu sabia.

– Quero essa bundinha também.

– Não amor, por favor, nunca fiz isso.

E, é claro, voltou a cabeça para trás e me olhou, pidona. Ou seja, podia ser verdade ou podia ser que não.

– Só a cabecinha, amor. Você me deixou muito doido, quero você toda, caralho.

– Ai não, esse negócio de cabecinha é só pra me enganar. Você vai enfiar esse pauzão todo no meu cuzinho e vai doer, amor.

Isso me olhando com o olhar pidão. Ainda de lado, encostei o pau no cuzinho dela, que ficou retesado na hora. Acariciei seus cabelos.

– Relaxa, gatinha, senão dói.

Esse é sempre um perigo na primeira vez quando não se usa lubrificante. Elas ficam traumatizadas. Só que quem comandava a festa era o olhar pidão e a cabeça de baixo. Ela virou para a frente, ainda resistindo. Segurei os cabelos com mais força com uma das mãos e com a outra enfiei o dedão.

– Ai, não, amor!

– Relaxa, vai.

Esse momento da cabecinha é sempre assim. Molhei o pau com cuspe, posicionei e agarrei seus quadris. Agora ela arfava, apavorada. Se não fosse o olhar pidão, e com duas semanas de férias pela frente eu teria parado. Em vez disso, enfiei a cabecinha naquela bundinha e ela enfiou a cabeça no travesseiro para gritar. Pelo grito devia ser verdade, eu estava comendo uma bunda virgem.

Fui metendo no cuzinho apertado e ela gemia alto com a cabeça no travesseiro. Meti até o talo e, como se tivesse ligado uma chave, comecei a gozar e a gemer alto. Foi um gozo daqueles lentos, em que a porra parece que vai saindo com preguiça. Devo ter puxado os cabelos dela com mais força, porque ela deu mais gritinhos no travesseiro.

Desengatei gentilmente e deitei de costas. Ela veio se aninhar a mim, novamente com o olhar pidão. Agora de carinho.

– Você é uma delícia, gatinha. Por onde andou até hoje?

Ela riu, feliz. – Bem que eu achava que essas férias iam ser especiais. Você vai na praia comigo, não vai?

– Vou. E o surfista?

– Ai, amor, a gente tem que provar a comida local, né?

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