A que reclamava mas dava


– Você é um babaca e eu te odeio. Por que demorou tanto? Não sabe que tenho horário? Só faz isso porque eu te larguei, não é? Por que…

Fiquei olhando em volta enquanto ela falava, curioso com o lugar. Era um apartamento espaçoso, mobiliado com inequívoco toque feminino. Só podia ser de alguma amiga. Que história ela teria contado? Havia fotos da possível proprietária num mural, mas preferi não prestar atenção.

– Como você está bonita – disse eu, para cortar as lamentações de sempre. Ela era realmente uma mulher atraente. Loura, não muito alta, com um corpo tipo violão. Decidida, mas reclamona. Ex-namorada há alguns meses, encontrara alguém disposto a casar que não eu.

– Obrigada. – E chegou a sorrir. Mas logo fechou a cara de novo: – Ai, por que você faz isso comigo?

– Ah, corta esse papo. De quem é esse lugar?

– Não interessa!

– De uma amiga, aposto. Posso ver o quarto?

Vencida, ela deu um sorrisinho e me puxou pela mão. O quarto era confortável, com uma cama enorme e um home theater sofisticado. Havia um suave perfume no ar. Ela me enlaçou pelo pescoço e passou os dedos pelos meus lábios.

– Sentiu saudades? Está arrependido?

– Mais ou menos, minha linda. Mas a gente se encontra tanto que não deu tempo ainda pra cair a ficha.

Creio que se ela não soubesse que detesto apanhar, teria me dado um tapa na cara. Mas se limitou a bater o pezinho, bufar e me beijar.

– Pois não sinto saudade nenhuma, seu traste. Porra, se pelo menos ele fizesse…

Virou-se de costas e se esfregou sensualmente em mim. Senti o perfume do seu pescoço. Além de um odor natural de mulher delicioso, ela ainda sabia escolher bem seus perfumes. Afastei os cabelos e beijei seu pescoço bronzeado. Ela suspirava. Fui mordendo de leve os ombros enquanto a segurava pelos braços. Ela empinava a bunda e roçava, procurando sinais do pau, que obedecia, endurecendo. Costumávamos fazer isso em locais públicos sempre que podíamos.

Ela virou-se, me deu um empurrão de leve e fui me sentar, obediente, na cadeira encostada na parede, enquanto tirava a roupa. Fiquei só de cuecas enquanto ela me examinava. Chegou mais perto, examinou meu peito.

– Andou malhando?

– Um pouco. – Segurei seu rosto. – Sou um maior abandonado, tenho de me cuidar. Agora tira essa roupa.

Ela usava um conjunto elegante. Devia ter vindo direto do trabalho. Afastou-se e começou a dançar sensualmente, rindo para mim, enquanto tirava a blusa. Tinha belos seios, fartos e pesados, mal contidos no sutiã. Rodopiou, fez movimentos de dança do ventre e tirou a saia. Tinha uma bunda perfeita, redonda e empinada, e coxas grossas. Meu pau endurecia cada vez mais e pressionava a cueca. Tirei-o e comecei uma punheta lenta enquanto ela retirava o sutiã e expunha os seios em triunfo. Ela adorava seu corpo e os efeitos que proporcionava. Veio dançar sobre mim. Os seios roçavam meu rosto. Ela prendeu o pau entre as coxas, depois virou de costas.

– Gostosa! – E dei-lhe uma palmada na bunda.

Ela volveu um olhar sensual para mim e ficou em pé, as pernas afastadas. Fiquei ajoelhado diante dela e fui tirando a calcinha com os dentes. Subi novamente e caí de boca na buceta depilada, mordendo, chupando e enfiando a língua. Com as duas mãos, apertava a bunda dela, que começou a gemer e a se contorcer. Beijei e mordi e afinal levantei, encostando o pau nos pentelhos dela. Segurei-a de novo.

– Sua buceta é uma delícia.

Ficamos nos beijamos enquanto eu ia e voltava com o pau, molhando-o na buceta. Eu apertava com força os seios, um de cada vez, e manipulava os bicos inchados e eretos. Ela apertava minha bunda, puxando-me para junto dela, e passava as mãos no pau, tentando encaixá-lo mais na buceta. Ficamos naquele balé até que a peguei nos braços e a joguei na cama. Ela caiu com um gritinho.

– Ai, cuidado com os lençóis, amor, não vai sujar tudo.

Não dei atenção e coloquei rapidamente a camisinha. Deitei sobre ela, beijando seu corpo. Demorei-me nos seios, colocando os bicos na boca e mordendo de leve. De olhos fechados, ela gemia. Fui descendo, beijando a barriga e o umbigo. Abri suas pernas e expus a buceta. Com as pernas dobradas, segurei-a pela bunda e introduzi de leve a cabeça do pau.

– Ai gostoso, mete devagar!

Ela enfiou o dedo na boca enquanto eu a puxava pela bunda em direção ao pau. Tirei um pouco, coloquei de novo de leve. E então, de repente, afundei o pau naquela buceta macia e ela gritou.

– Aiii, devagar, porra, caralho! Assim dói, tira. Isso. Agora bota, devagar, amor. Isso, assim, assim. Ai que bommmmm. Mais, mais, vai. Mete esse pau, mete com força!

Obedeci até que a posição tornou-se incômoda e a virei, colocando-a de quatro. Ela respirava fundo, mas não seria agora que iria lhe dar o que queria. Alisei com carinho a bunda que se oferecia, perfeitamente arredondada e firme, com a buceta inchada abaixo. Passei a mão pela buceta enquanto acariciava suas costas, gentilmente. Coloquei o pau no rego da bunda e o movi ali devagar enquanto ela gemia. Continuei acariciando com uma das mãos enquanto a segurava firme pela anca com a outra. Fui posicionando o pau na entrada da buceta enquanto molhava o dedão na buceta. Ela rebolava devagar, sensual, os olhos fechados. Meti de novo o pau sem aviso até o cabo. Ela deu outro gritinho, menos forte, mas não lhe dei tempo e comecei a estocar o pau, enquanto começava a enfiar o dedão no cuzinho. Dei uma palmada na sua bunda com a outra mão.

– Vai me dar essa bunda, gostosa?

– Ai não amor, você ta metendo forte demais, doeu!

– Vou comer sua bundinha bem devagarzinho.

– Não, come a bucetinha, come, ela é sua. Ai que dedinho gostoso.

Mais uma palmada. Ela pediu mais, a buceta apertava meu pau, era uma sensação delirante. Eu me segurava ao máxim, prolongando a sensação, mas por fim tive de parar com as estocadas. Deitei de costas e ela veio me chupar. Logo levantou a cabeça e se ajeitou para sentar no pau. Rebolou devagar, ajeitou com a mão e sentou de uma vez só, a cabeça jogada pra trás.

– Ai porra, caralho.

Agarrei seus seios enquanto ela cavalgava, balançando a cabeça. Era uma maravilhosa enterrada de pau. Eu me sentia sugado para dentro daquela quentura úmida enquanto ela gemia e protestava. Levantei e fiquei sentado, segurando-a pelo pescoço. Nos beijamos de novo. Ela caiu de lado e deitou de barriga para baixo, respirando fundo, olhando-me dengosa. Deitou-se de lado. Acomodei-me atrás dela, no melhor estilo conchinha, o pau retesado encaixado na bunda. Ela começou a resfolegar.

– Ai amor, tira ele daí, tira, não agüento esse pauzão na minha bunda.

– Calma, é só um sarrinho, gostosa.

Com o dedo lambuzado da buceta dela, lubrifiquei o cuzinho o máximo que pude. Quando éramos namorados, tinha tentado os lubrificantes, mas isso acabava com o clima que ela gostava. Ela arfava, buscava o pau com a mão e o posicionava na entrada do cu.

– Só um pouquinho, amor. Você jura que tira?

– Tiro sim. Ah, dá tudinho pra mim, dá.

– Não, tudo não! Deixa que eu ponho.

Eu sentia o perfume dela, agora misturado ao cheiro da buceta, do pau e do suor, respirando no seu ouvido, com o rosto nos seus cabelos. Ela voltou o rosto para trás, deu um longo beijo e começou a meter.

– Anda, putinha, quero comer essa bundinha que é minha.

Ela foi metendo no cuzinho apertado, tenso, e se retesou toda à medida que a cabeça entrava. Gemia forte e afinal largou o pau. Segurei-a firme pelas ancas e continuei a penetrar.

– Não, amor, você prometeu! Merda, tá doendo! Ai, caralho!

Ela remexia, gemia e se contorcia enquanto o pau ia sendo enterrado inexoravelmente na sua bunda.

– Não quero! Porra, tira, tira! Seu puto, viado, corno!

A palmada estalou na bunda, agora com mais força. Ela gemeu mais baixo. Fui metendo até o final e dei uma sacudida final, anunciando que a tinha possuído. Ela suspirou e me olhou de novo, dengosa.

– Agora deixa…

– Essa bunda me deixa doido…

– Quer que eu fique de quatro?

Ainda engatados, coloquei-a na posição, novamente com aquela bela bunda erguida na minha direção.

– Ai amor, vai devagar.

Comecei a enterrar furiosamente o pau na bunda dela, enquanto ela gemia e rebolava. Agarrei os cabelos dela, puxei sua cabeça para trás. Mais palmadas.

– Vai amor, mete tudo no cu, mete! Arregaça meu cuzinho! To gozando, to gozando…

Ela deu um longo gemido, tremeu. Dei uma última estocada e, com o pau todo enterrado e as duas mãos agarradas nas ancas dela, gozei também. Ficamos ainda na mesma posição até que o relaxamento veio, afinal, e deitamos lado a lado na cama.

Não tínhamos mais muito tempo. Ela mexeu nos meus cabelos, os olhos semicerrados e um meio sorriso no rosto.

– To acabada… – E suspirou. – Se pelo menos ele fizesse como você. Mas ele pára quando eu mando…

7 comentários sobre “A que reclamava mas dava

  1. oi. adorei o conto da “que reclamava mas dava”. adoraria que vc mandasse outros contos sobre essa mesma ulher com vc parfa meu e-mail. poderiamos nos corresponder tb. adoraria sentir o q vc a fez sentir. bjs
    cristianebcouto@oi.com.br

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s