A que vestia malha vermelha


A porta estava entreaberta e o interior na escuridão. Se não tivesse sido avisado antes, teria hesitado. Mas fui entrando e lá estava ela, num canto escuro da sala de estar, como combinado. Usava o mesmo jeans e uma camisa vermelha da câmera.

– Senta, por favor… – E aquela vozinha nervosa quebrou imediatamente o clima de suspense. Que se resumia, além da escuridão, no fato de que ainda não havia visto seu rosto em todo aquele tempo de papo digital. Fui para o sofá iluminado por luminárias discretas. Ela se aproximou, ainda na penumbra, e se sentou na outra extremidade. Pensei logo numa versão madura da atriz Jennifer Lowe Hewitt. Os cabelos castanhos desciam pelos ombros e os traços eram finos, com uma boca pequena e caprichosa, o lábio inferior mais carnudo. E, entrevisto pela camiseta, lá estava a malha vermelha.

Ela ofereceu a taça de vinho, tomou um gole e sorriu, mais calma. Fiz comentários sobre o apartamento e, depois de uns minutos, puxei-a para mais perto e nos beijamos. A boca estava macia e tinha gosto de vinho. Nos intervalos ela ria e mexia os cabelos. Enfiei o rosto neles um pouco. Depois de mais alguns beijos prolongados ela começou a desabotoar minha calça. Quando o pau apareceu, já bem duro, concentrou-se o olhar nele enquanto o manipulava. Parecia um exame clínico com mãos bem manicuradas, mas que revelavam sua idade. Por fim, fechou os olhos e passou a usar as duas mãos. Mordia os lábios e deu um gemidinho. Apesar das minhas mãos já estarem inquietas, deixei-a brincar. Depois de um certo tempo, o pau inchou demais e me levantei, ficando na sua frente. Ela ajeitou os cabelos num dos lados, segurou firme o pau com a mão direita e ergueu os olhos castanhos:

– Agora vou te chupar.

Primeiro testou, cautelosa, com a ponta da língua. Mais à vontade, lambeu o pau em toda sua extensão, sempre segurando. Estava tão entretida que fechei os olhos. Quase vi estrelas quando finalmente ela meteu a cabeça toda na boca, passando a língua em volta. Comecei a mexer e ela tirou da boca. Olhou para cima e deu uma risadinha.

– Que pauzão.

– Desse jeito vou gozar na sua cara.

Ela fez que não, levantou-se e entreabriu a blusa branca. Pude ver de perto então, espremidos por baixo da malha, os seios. As auréolas largas e o bico saliente faziam uma sombra mais escura e sobressaíam. Ela riu de novo da minha expressão fixa e fez novamente que não.

– Espera. Agora vou tirar sua roupa.

Evitando encostar o corpo em mim, tirou a minha camisa com muito cuidado. Mostrou-a, como um troféu, e depois a jogou longe. Acariciou meu torso, beijou os mamilos e o umbigo, mas sempre evitando se encostar. A calça demorou ainda mais tempo. Interrompia, passava lentamente a mão na minha bunda, passava o dedo na linha dos músculos, arrepiava os pelos. Não baixou a cueca. Ao contrário, brincou de enfiar o pau dentro dela e tirar. Era como uma deliciosa tortura chinesa.

Afinal, eu estava nu, o pau retesado e com os braços cruzados para não jogá-la no sofá. Eu não podia fazer nada por enquanto: era o combinado até ela dar o sinal de que ia me dar. Ela levantou-se de novo e ficou apreciando, rindo do meu olhar alucinado. Afinal, fez um strip-tease preguiçoso, tirando a calça jeans e a camisa branca. Sua pele era muito branca e lisa e contrastava com a malha vermelha. Usava uma calcinha vermelha por cima da malha. A excitação espraiou-se do pau e comecei a tremer. Ela pôs o dedo indicadorna boca e ficou pensando. Devagar, jogou a cabeça para trás e os seios se empinaram. Levantou a cabeça e se aproximou.Virou de costas, veio se encostando e empinou a bunda para roçar no pau. Abaixou-se um pouco, rebolou devagar e, afinal, levantou e encostou a cabeça no meu ombro direito. Suspirou no meu ouvido.

– Agora me come.

Minha mão ia se movendo para segurar seus cabelos e botá-la de quatro apoiada no sofá, mas aquilo não combinava. Ia continuar o jogo, embora não soubesse ainda com certeza o que passava pela cabeça dela. Assim, virei-a e nos beijamos e ela encostou os seios com força no meu peito. Levei-a então para uma cadeira e sentei, chamando-a. Ela riu, encantada, e tirou a calcinha vermelha. Chegou perto e meti a mão na sua buceta, quase toda raspada, puxando a malha de lado. Fazia parte das regras não tirar a malha. Massageei bastante. Segurava sua bunda com a outra mão.

– Vem cá, senta aqui.

Ela foi pegar a camisinha, colocou com todo carinho. Fiz com que ela chupasse um pouco, só para segurá-la por aqueles longos cabelos. Depois ela abriu as pernas e se ajeitou em cima de mim.

Começou o jogo de novo. A cabeça entrava, ela tirava e ria. Os seios passavam pelo meu rosto, os mamilos enormes e intumescidos. Então ela sentou no pau, dando um gritinho.

– Ai amor, doeu.

– Ah, é? Pois vou fuder bastante essa buceta apertadinha.

Partimos para uma foda intensa, com ela subindo e descendo e dando gritinhos enquanto eu a conduzia pelas ancas. Afinal, descabelada e ofegante, ela baixou as alças da malha e expôs os seios, pesados, que descaíam numa curva perfeita. Puxou minha cabeça e afinal me fartei neles, passando a língua em toda a parte de baixo, mordendo os mamilos. Puxei-a pelos cabelos para trás e os seios empinaram enquanto os espremia com força com as mãos. Ela gemia e ainda dava gritinhos.

Levantei-a, ainda engatado, e a levei para o sofá. Deitei-a lá, abri suas pernas e comecei a chupar a buceta. Estava melada e inchada e mal passei a língua algumas vezes pelo clitóris deu um grito mais alto e tremeu toda. Enfiei a língua, massageei o clitóris e logo houve outro tremor. A buceta estava sedosa e quente. Ela parou com os gritinhos e só gemia como se estivesse sentindo dor. Depois de mais uns tremores ela afastou meu rosto.

– Não agüento mais, caralho. Vem gozar.

A malha continuava abaixada. Com os olhos semicerrados, ela se ajeitou, empinando os seios, emoldurados na parte de baixo pelo vermelho da malha, agora úmido de suor. Coloquei o pau entre eles. Uma espanhola: esse era o combinado.

Ela juntou os seios e apertou o pau, que ia e voltava. Afinal, afastei suas mãos e eu mesmo manipulei, apertando os bicos, cobrindo o pau com eles. Passeei pelos mamilos com o pau, aproximei da sua boca e ela abocanhou, dengosa. Voltei para o vale entre eles e, depois de mais alguns momentos comecei a gozar. Um fio de porra foi parar no queixo dela, que o limpou preguiçosamente. Passou as mãos pelo peito, espalhando a porra pelos seios, e puxou o pau melado para uma lambida cautelosa. Gozei muito – parecia que não ia parar nunca de escorrer – e afinal caí do seu lado.

Ela me beijou e foi se lavar. Afinal, voltou, com as alças no lugar. A malha estava ainda mais molhada. Deitou-se e ficamos relaxados um pouco. Ela ergueu a cabeça, os olhos brilhando:

– Que tal eu fiquei de Mulher Maravilha?

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