A que usava colar


Ela se aproximou da cama e tirou o vestido com um movimento rápido. Depois deitou-se e se espreguiçou, olhando na minha direção com os olhos semicerrados. O teclado estava próximo e a computador numa mesa ao lado.

– É assim, tá vendo? Fico assim.

Fiquei observando enquanto ela se virava e repetia os movimentos que fazia diante da câmera. Pegou o travesseiro e colocou entre as pernas. Virou a bunda para cima e exibiu o triângulo do biquíni. Empinou a bunda. Era uma coroa fantástica, bronzeada, a pele acetinada. Até a barriga que se insinuava era firme. Ela bebeu da cerveja. Não era bela, mas cuidava-se muito bem.

– Vem cá.

Ela estava com as pernas levantadas, escondendo a buceta, e exibindo os seios. Os bicos eram redondos e estavam excitados porque ela encostava a lata de cerveja gelada neles. . Já conhecia os movimentos. Ela gostava de dominar, excitar, e então decidi começar pelos pés, como um vassalo. Me aproximei da cama, puxei os pés para baixo e comecei a beijá-los. Não tinha interesse em submissão e coisas que ais, mas achei que ela gostaria e gostou. Beijei seus pés e continuei pelas pernas, macias e depiladas. Passei a língua na parte interna dos joelhos. As coxas dela era fantásticas e me demorei bastante nelas. Ela ronronou e riu.

– Olha seu prêmio aqui.

Mostrou o colar com o qual fazia brincadeiras na câmera. Levantei a cabeça e ri também.

– Meu prêmio tá aqui.

Estendi a mão empalmei a buceta depilada com perícia, nem mais nem menos, emoldurada pelos pentelhos. Ela deixou de rir, fechou os olhos e gemeu. Tem mulher que adora isso, uma mão empalmada na buceta, anunciando a posse. Essa era das minhas. Ainda era cedo pra buceta, mas comecei a beijar ao redor mesmo assim. Mesmo nervoso, sentia a dor nas bolas de tanto esperar. Era parte do acordo. Uma semana de provocação sem gozar. Quero muita porra, ela tinha digitado.

O ventre muito branco estava desenhado pelo biquíni e fui passando a língua nele, sentindo os pentelhos.

– Ui, que bom.

Afinal, lambi sua buceta e ela gemeu. Estava salgada e quente e o cheiro me deixou tonto. Parei. Quase esquecia da outra instrução. Levantei e me aproximei dela.

– Ah, ainda bem que lembrou. Quero ele duro na minha mão.

Enfiou a mão por uma das pernas do short. A massa de carne e bolas começava a se definir e ela fechou os olhos enquanto manipulava. Quanto o pau já estava bem duro, abaixou o short e olhou para ele, esticando a língua.

– Ai, ele é grande mesmo.

Já ia avançar com a boca, mas eu segurei sua cabeça.

– Espera, nem beijei você ainda.

Os lábios eram finos e bem definidos, mas a língua já estava grossa e queria briga. Ficamos nos devorando. Não tinha muito carinho ali, mas depois de tanta provocação via tela era difícil. Ela continuava segurando firme o pau, mas não deixei que abocanhasse.

– Espera, primeiro quero chupar tua buceta.

Ela suspirou e abriu as pernas. Movi os lábios da buceta com uma das mãos e enfiei a língua. Ela gemeu alto. Enfiei as duas mãos por baixo e comecei a passar mão pela sua bunda. Ela tinha uma bunda deliciosa e sabia disso, pelo tamanho do biquíni. Lambi a buceta e passei a mão na bunda ao mesmo tempo, enquanto ela rebolava. Era de prazer, mas também de protesto porque sabia onde eu ia chegar. E quanto a buceta estava bastante molhada passei o polegar da mão esquerda nela, misturei com cuspe e encostei no seu cu.

– Ai calma amor, hoje não, a gente combinou.

Levantei a cabeça.

– A gente combinou que você não ia dar a bunda hoje, mas com o dedo eu quero.

Comecei a forçar o dedo. Ela retesou a bunda, ainda resistindo. Enfiei então a língua toda na buceta, ela tremeu toda e comecei a enfiar o dedo. Ela gemia e colocou o colar na boca, mordendo. Trabalhei no grelinho com a língua enquanto penetrava mais o cu com o dedo. Com a outra mão, enfiei na buceta.

– Meu tesão gostoso, mete, mete! Ai porra, que gostoso esse dedo no meu cu.

Ela começou a mexer pra cima e pra baixo e afinal meti o dedo todo. Com a outra mão já tinha três dedos na buceta encharcada. Mas não queria que ela gozasse. Tirei tudo e deixei que ela respirasse um pouco, depois continuei a subir. Rodeei o umbigo. Gosto de umbigo e fiquei ali um tempão, enquanto ela agarrava meus cabelos e esfregava a buceta no pau. As coxas se fechavam, apertando. Fui subindo e cheguei nos seios. Também tinham marcas do biquíni e os bicos eram perfeitos e redondos, e ela gostava de mostrá-los.

– Vem, mama, vem. – E ela se ergueu um pouco, empinando.

Fui passando a língua e afinal caí de boca no direito enquanto apertava o esquerdo com a mão. Não sei o que queria mais, se passar a mão naquela bunda, enfiar o pau na buceta ou mamar naqueles seios. Ou comer aquela bunda, mas de qualquer jeito não ia ser hoje. Ela ia passando o colar em torno, como fazia com a câmera. Mordi um pouco e passei para o outro. Meu pau já estava muito duro, as bolas doendo e sabia que não ia demorar. Coloquei a boca no seu ouvido.

– Você é tão gostosa que nem sei onde vou gozar.

Ela segurou o pau e também falou no meu ouvido.

– A gente combinou. Agora quero chupar esse pau.

Deitei e fiquei tonto quando ela abocanhou o pau quase todo. Como podia, com aquela boquinha? Ela saboreava o pau como se fosse um espetinho de carne. Deixei ela fazer um pouco, controlando a respiração e tentando pensar em outra coisa. Mas só conseguia pensar nas opões pra gozar. Botar ela de joelhos e gozar na boca? Gozar de espanhola, pra ver os seios melados? Descumprir o prometido e enterrar o pau naquela bunda?

– Hummmm, hummmmm – ela provocava, me olhando, sabendo que estava me deixando doido. Lambeu a cabeça roxa, desceu com a língua e passou pelas bolas, e brincou um bocado ali. E as bolas doendo.

– Quero uma foda nessa boca.

Segurei firme os cabelos loiros e comecei a foder na boca. Ela assustou-se, engasgou um pouco, mas percebeu que não era mais hora de controlar. O pau ficou molhado de saliva. Tirei da sua boca e a segurei, deitando-a de costas na cama.

– Abre as pernas.

– Vem meu gostoso, enfia esse pau em mim.

A cabeça do pau ficou roçando na buceta e ela ficou gemendo. Botei um pouco, mas ia tirando antes de penetrar.

– Ai amor, mete esse pau.

Não meti. Beijei sua boca, o pescoço, o bico dos seios. Ela se remexia, procurando o pau. Segurou minha bunda, mas resisti.

– Vou comer essa buceta, vai me dar?

– Te dou tudo, mete o pau, mete.

Afinal, enterrei o pau todo de uma só vez e ela deu um gritinho.

– Ai merda, assim não.

Comecei a meter, mas seria uma batalha curta. O pau estava inchado e o prazer daquela buceta pequena e quente era demais. Comecei a mexer devagar e ela rebolou, pedindo pra meter mais. Enfiei a língua em sua boca, depois levantei a parte de cima do corpo e fodi bastante.

– Ai que pauzão, caralho.

– Vou gozar muito nessa buceta quente e cabeluda!

Tinha de mudar de posição. Levantei suas pernas e enfiei bem fundo. Depois fui de lado, sentindo a curva da bunda.

– Também vou comer muito essa bunda.

– Come, come, mas hoje não.

– Quer que enterre o pau na sua bunda?

– Quero, quero, mas hoje só a bucetinha é sua. Quero ela melada de porra.

Era a combinação. Você goza demais, quero essa porra toda na minha buceta, ela tinha dito. E tome fazer exame, esperar a época certa, toda a formalidade pro sexo sem camisinha nos tempos modernos.

Fiquei na posição mais incômoda possível, mas sentia a porra escorrendo.

– Fica por cima.

Os olhos dela brilharam. Ia dominar mais pouco. Começou a foder como uma louca, metendo com força e remexendo enquanto os olhos reviravam.

– Ai que caralho bom, amor.

Quando parava, com o pau todo enterrado na buceta, ela pulsava. Coisa de outro mundo. Ou aquela mulher dava muito ou estava há tempos sem ser comida. Mas eu não ia perguntar. Segurei ela pelos cabelos.

– Agora fica de quatro, não agüento mais.

Ela riu e ainda mexeu mais um pouco. Saiu e fez outro boquete. Então puxei-a pra fora da cama e a fiz ficar de joelhos. Mais uma foda na boca, agora sem gentileza. Ela tirou o pau da boca, fez beicinho.

– Seu bruto, não quero gozada na boca. Quero gozar.

Botei-a de costas na cama, as pernas levantadas, a buceta molhada arreganhada, e caí de boca. O dedo foi direto para o cu e ela deu um gritinho e gozou, tremendo toda. Lembi mais um pouco, enquanto ela relaxava, e então botei-a de quatro. Ela olhou para trás, satisfeita enquanto eu olhava vidrado a bunda perfeita, com o triângulo branco da marca do biquíni, e a buceta inchada. Enfiei o pau todo de uma vez, ela reclamou e baixou a cabeça gemendo alto enquanto eu fodia forte, o pau entrando e saindo frenético. Dei-lhe um tapa na bunda, agarrei seus cabelos. Apesar do tesão atrasado, descobri que ainda podia segurar e mandei ver.

– Ai amor ai amor, fode, fode.

Com as mãos nas ancas dela, ia enfiando. Ela começou a querer escapar e reclamou, mas era tarde. Segurei seus cabelos.

– Vem cá, minha putinha. – E mais palmadas.

– Ai amor, tá doendo, mete, mete! Mete esse caralho, amor!

A porra começou a esguichar quando o pau estava todo enterrado depois de mais uma estocada que fez ela gemer alto. Deixei ele ali, ainda segurando os cabelos e com a outra mão no ombro. A gozada se prolongou como se compensando o tempo de espera, e afinal afrouxei. Ela foi escorregando para a cama e fiquei por cima, sem querer tirar o pau de dentro. Ele ainda estava pulsando. Deitada, a curva da bunda era ainda melhor, eu ainda pensei. Mas isso seria outro dia. Tirei o pau, deitei ao lado dela e ficamos abraçados, nos beijando, agora já com tempo para mais carinho, o colar esquecido em algum canto da cama.

3 comentários sobre “A que usava colar

  1. hum meu tesão gostoso mete, mete rsrsrsrs falamos isso pra certas pessoas né … rsrrsrs gostei excitante

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