A que queria comer uma mulher (I)

Ela estava me chupando, devagar, com a boca cheia de chocolate cremoso, e então ergueu a cabeça.

– Queria te dizer uma coisa: to dormindo com outra mulher.

Demorei um pouco para processar a informação. Ela era muito boa naquilo, lambia sem pressa o pau de alto a baixo e o lambuzava de chocolate de tempos em tempos. Gostava de misturar comida e sexo, numa espécie de orgia langorosa, com vinho, queijo, chocolate e outras comidinhas. Uma forma de relaxar da sua rotina de empresária, explicara.

– Então você é bi?

– Não, nunca me interessei por buceta, na verdade. Encontrei essa menina numa festa. Ela é nova, tem uns vinte e poucos anos. Tinha rompido o namoro e estava irritada com os homens em geral. Resolveu me cantar, sabe-se lá por quê.

Ela continuou a limpar o caralho meticulosamente dos restos de chocolate, usando a mão de quando em quando. Derramou chantilly nos ovos, botando-os na boca. Quando se satisfez, continuou:

– Como já deu pra notar, gosto de uma pica dura. Mas ela é muito bonita, com uns olhos enormes e uma boca mais ainda. E quando tirou a roupa… Nossa. Que peitos! Os biquinhos são rosadinhos e pontudos. Tive de cair de boca neles.

Ela era bem morena, com cabelos pretos lisos, de seios pequenos e cintura fina. tinha sido brindada, porém, com uma bunda e coxas espetaculares, grandes e generosas. E que não tinha me dado ainda, embora tivesse dito que adorava. A expectativa mantinha o pau bem empinado, e ela parou novamente de falar para tentar um deepthroat.  Gemi de prazer e bebi mais um gole de vinho.

– Queria saber se você topava uma menage, mas com algumas condições.

– Sua amiga não está de saco cheio de homens? Precisamos saber se ela topa antes – argumentei, estendendo a taça de vinho. Ela se aproximou, derramou vinho nos mamilos e os ofereceu. Chupei-os devagar, sem morder – ela não gostava – apenas pressionando com a língua. Ela lambuzou os seios de chocolate e chantilly e me demorei ali um pouco, enquanto ela guiava minha cabeça e gemia.

– Gostoso… Mais no biquinho. Isso. Bom, o negócio é que eu é que vou comê-la. Se ela depois quiser te dar, tudo bem, mas eu vou primeiro. Com aquelas cintas…

Fiquei espantado, mas os seios pequenos e durinhos – ninguém diria que aquela mulher tinha dois filhos pré-adolescentes – tinham prioridade, e só falei depois de limpar todo os doces. Recostei-me e a encarei.

– Se você vai dar uma de macho, por que a minha presença? Não tenho tesão em ser comido, você sabe.

Ela riu muito, bebeu mais vinho e se espreguiçou, o corpo magnífico estendido na cama. Fazia questão de depilar a buceta, rosada em meio às coxas grossas, e a acariciou com os dedos. Já tinha gozado, um oral longo, com muito chocolate e meus dedos exploratórios no cuzinho.

– O caso é que ela tem um olhar… Parecia me desafiar. Me deu um tesão de botar ela de quatro, dominar. Até tentei, mas dedo não é a mesma coisa. Precisa de um caralhinho. Mas é só pra ela. Você, bom… você vai comer minha bunda enquanto isso. Tipo um trenzinho. Essa é a fantasia.

Já estava mais relaxado, mas quando ouvi aquilo o sangue voltou a irrigar o pau. Para completar a isca, ela deitou de barriga para cima e a bunda assomou, redonda e morena, com marquinha de biquíni. Estendi a mão e a apertei.

– Quer os dois lados da moeda, não é?

– É. Mas tem uma coisa: ela não gosta de anal. Não quer de jeito nenhum. Só participa com essa condição. – Ela riu. – Falei que você só descansa quando come a mulher toda.

Ela se virou, ficando de lado.

– E então?

– Tá bom, aceito.

– Não vale gozar nos peitos dela. Quero que você goze na minha bunda, socando com força, como eu gosto.

O pau estava empinado novamente, a cabeça inchada. Mas comecei a perceber qual era o jogo.

– E hoje?

Ela acenou negativamente.

– Nada de cuzinho hoje, querido.

– Por que não?

– Assim fica mais motivado. Daqui a uma semana tá bom pra você?

Bebi mais vinho para me consolar, e concordei. Ela me beijou então, um beijo longo e molhado, e segurou meu rosto.

– É assim que eu gosto, amor, fazer o que eu quero. Agora é sua vez, faz o que quiser, menos na bunda.

Obedeci. Coloquei-a de quatro e comecei a meter com força, com as mãos na cintura, puxando-a para mim. Ela gemia alto e rebolava com movimentos circulares da cintura, pedindo mais.

– Isso! Soca mais, amor, soca essa pica em mim.

Ela ondeava e estremecia a bunda, que levou vários tapas. A buceta, bem molhada, era estreita e não muito funda, mas ela aguentou firme as estocadas, gemendo e dando ais agudos. Percebi que ia gozar e tirei o pau. Fiquei em pé e coloquei-a de joelhos, segurando-a pelos cabelos. Ela me olhava, os olhos faiscando. Bati com o pau em seu rosto, depois forcei dentro da boca, fazendo-a engasgar.

– Vou gozar na sua cara, sua putinha.

– Então goza, vai, seu puto.

Bastou uma punheta rápida para a porra espirrar, atingindo um dos olhos e escorrendo pelo nariz. Outros dois jatos lambuzaram o resto da face. Ela riu e lambeu um pouco.

– Vocês homens e essa mania de gozar na cara das mulheres…

Anúncios