A que tinha a bunda virgem


Para Docinho

I

- AIIII!

Esse tipo de grito é inequívoco. Parei com os movimentos e ela ficou arfando, com o rosto voltado para o colchão. De costas, era uma magnífica visão: um corpo jovem e cheio, com belas pernas e uma bunda arredondada e firme. Acariciei suas costas. Ela se encolheu e abracei-a por trás.

- Não dá. Dói demais.

- Pensei que você queria…

- Ta, eu falei, mas agora não sei. Eu quero, mas assim não, amorzinho.

Senti o perfume suave da sua nuca e beijei-a.

- Ah, então vamos deixar pra lá.

Mexi-me e acomodei o pau duro, protegido pela camisinha, no rego da bunda enquanto fazia carícias nos seios. Ela já tinha gozado, estava relaxada e rebolou devagar.

- Você não gozou ainda…

Estendi a mão e acariciei sua buceta. Estava mais seca. Talvez o susto. Continuei roçando a bunda e a buceta com o pau, sentindo os pentelhos, até que ela ficou úmida novamente. Meti por trás, devagar e progressivamente com estocadas fortes, fazendo a bunda vibrar. Ela gostava de força e pedia mais. Foi uma bela gozada.

Bom, eu teria outras oportunidades.

II

- Ai que delícia, mete, mete!

Ela estava de quatro, a bunda empinada e o corpo arqueado. Estávamos transando há algum tempo e ela estava completamente molhada e suada, com um odor delicioso entre as coxas. Coloquei então o dedo no cuzinho e pressionei. Ela contraiu-se e ergueu a cabeça, movendo a mão para trás para retirar o dedo.

- Calma, querida, é só um dedinho.

Ela relaxou, mas não introduzi o dedo, apenas acariciando. Diminuímos o ritmo e ela ficou concentrada, mexendo a bunda, enquanto aos poucos a ponta do dedo ia entrando. Afinal, tirei e dei um tapa forte na sua bunda.

- Ui!

- Gostosa!

Tirei o pau e deitei de costas. Ainda de quatro, ela ficou de costas para mim e introduziu o pau na buceta, movendo-se para frente e para trás. Sentou toda, jogando a cabeça para trás e gemendo.

- Ai amor, to sentindo ele lá dentro.

Acariciei suas costas enquanto ela fazia movimentos circulares, quase tirando o pau e depois afundando a buceta. Depois estendi a mão para apanhar o lubrificante na mesinha de cabeceira. Pressionei suas costas para frente e ela se abaixou, ainda concentrada na foda. Quando abaixada, a bunda era uma visão irresistível. Dei várias palmadas e ela pedia mais. Quando lambuzei o cuzinho com o lubrificante, ela não protestou. Enquanto ela fodia, fui metendo o dedo devagar.

- Ai, espera.

Não esperei. Fui introduzindo o dedo e, aos poucos, ela retomou os movimentos circulares, fazendo o pau entrar e quase sair da buceta. Com a mão livre, segurava-a pela cintura. O pau resvalou para fora e bateu nas coxas.

- Porra!

- Doeu, amor?

- Um pouquinho, continua.

Com meu dedo todo enfiado no cu, ela fez movimentos mais e mais frenéticos, até gozar sentada no pau, tremendo e gemendo alto.

III

Entramos no apartamento e a encostei na parede, beijando-a e pressionando seu corpo. Nos separamos e ficamos nos olhando. Ela riu, segurou meu rosto e me beijou novamente. Tínhamos bebido bastante. Ergui seus braços com uma das mãos e comecei a beijar seu pescoço e os seios pequenos e atrevidos, por cima do vestido. Com a outra mão, ergui o vestido e acariciei as coxas e senti os pentelhos através da calcinha. Afinal, peguei-a no colo e levei-a para o quarto.

- Que bom, amorzinho… Aniversário de namoro adiantado?

- Não, amanhã tem mais.

Ela se ajoelhou próximo à cama e abriu o zíper, abocanhando o pau meio endurecido. Tinha uma boca rápida e nervosa, que gostava da cabecinha enquanto punhetava com a mão. Deixei que ela brincasse à vontade. Ela se ergueu e fez menção de tirar o vestido, mas não deixei. Ao invés disso, fiz com que colocasse as mãos na cama, ergui o vestido e afastei a calcinha, enfiando os dedos na buceta. Com a outra mão enfiada por baixo do vestido, apertei com força os seios, um após o outro.

- Isso, assim, amor.

Deslizei o pau na bunda e o esfreguei de leve na buceta, enquanto ela virava a cabeça para olhar. Meti sem muita cerimônia.

- Ai amor! Devagar!

Passei a meter devagar, até porque ainda não tinha colocado a camisinha e não queria gozar de repente. Afinal, tirei o pau e ela deitou de costas na cama, olhando-me dengosa. Bem à sua vista, peguei o lubrificante.

- Hoje não, meu gato.

- É só o dedinho. Você não gosta?

Ela fechou os olhos. Tirei a roupa, abri suas pernas e comecei a chupar sua buceta. Com uma das mãos, enfiei dois dedos nela e, com a outra, lambuzei o cuzinho de lubrificante. Enquanto ela gemia por conta da chupada, fui metendo o dedo sem resistência. Explorei a buceta e o cuzinho com os dedos.

- Ai, ui, tá gostoso, amor!

Depois de algum tempo, enfiei o polegar. Ela começou a subir a descer a bunda.

- Mete agora esse caralho, mete…

A buceta, empapada e cada vez mais sedosa, contraiu-se toda e ela gozou. Ao invés de meter, mudei de posição, fazendo um 69. Ela segurou o pau e começou a chupar. Voltei a meter os dedos na buceta e no cuzinho. Ela começou a se contorcer, largando o pau e abocanhando novamente. Continuei chupando e manipulando com os dedos, sentindo o tesão dela escorrer para o lençol, até que ela gozou novamente, retesando e comprimindo as coxas com força. Continuei chupando e gozei na sua boca, fazendo com ela engasgasse.

IV

Jantar de aniversário de namoro e show. Entramos em casa já de madrugada. Ela bocejava. Depois de um banho rápido, deitamos na cama, na posição de conchinha. Ela começou a ressonar e o meu pau a endurecer contra sua bunda. Comecei a acariciar a buceta enquanto beijava sua nuca e mordia de leve seus ombros. Ela suspirou e se espreguiçou. Afinal, virou-se e trocamos um longo beijo. Continuei passando o pau pelo rego da bunda. De novo usei o lubrificante. Mas ela não deixou que eu usasse o dedo. Ainda de lado, segurou o pau e o posicionou na entrada do cu.

Forcei de leve, ela se contraiu. Tentei novamente.

- Devagar…

Fiz novas tentativas. Aos poucos, fui deitando por cima dela, enquanto ela mantinha a mão controlando a entrada do pau. Ela gemia e soprava enquanto a cabeça ia alargando o cuzinho, até que com um solavanco mais forte ela gemeu mais alto.

- Ai amor, entrou.

Cautelosa, ela foi retirando a mão enquanto o pau penetrava na sua bunda.

- Ui, ui vai devagar amor!

Mudei de posição e ela relaxou. Senti a curva da bunda. Aproximei a boca do seu ouvido:

- Você tá com um pau enterrado na bunda, gostosa.

- Ai amor, adoro esse caralho…

Fodi lentamente enquanto ela gemia. Afinal, com o tesão ao máximo, coloquei-a de quatro. Ela empinou a bunda. As palmadas estalaram. Ela gemeu mais alto e deu gritinhos. Puxei seus cabelos. A bunda tremia quando o pau ia sendo socado com força, até que gozei de repente,num jato de porra que deixou sua bunda melada. Ela me segurou para que o pau não saísse, enquanto contraía as coxas no seu próprio orgasmo. Deitei-a de costas e a fiz gozar de novo com a língua. Depois, relaxada e sonolenta, ela se aconchegou a mim.

- Bem que eu li em algum lugar que dói mas é bom…

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10 comentários sobre “A que tinha a bunda virgem

  1. nosssaaaaa
    confesso que foi alem das minhas expectativas
    delicioso seu conto
    tomara que quando eu der meu cuzinho seja delicioso como foi ler teu texto

    bjinhos docinhos

  2. Nossa, tenho que concordar com a Docinho, foi alem das minhas expectativas. Até faz a gente ficar com vontade! Eu ja tentei dar o cuzinho, doiii pra caramba. Mas confesso que o meu parceiro (naquela época) não foi tão cuidadoso e carinhoso como você. Vou vim aqui sempre! Bejos

  3. Gente vc descreve tudo de uma maneira tao gostosa q faz qq um imaginar oq aconteceu e como aconteceu.
    Adorei seu cantinho e vou voltar mais vezes.

  4. por incrivel que pareça, esses contos parecem minha atual noiva tendo exatamente o mesmo comportamento e falas comigo na cama ..estou ficando com a pulga atras da orelha …sera ???

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